Polícia

STJ nega liberdade para Mirella Granconato

26/01/2012 16h36
STJ nega liberdade para Mirella Granconato
O ministro da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, indeferiu, na última terça-feira (24), o habeas corpus impetrado pelo advogado de Mirella Granconato, acusada de envolvimento na morte da estudante universitária Giovanna Tenório, cujo corpo foi encontrado em um canavial da cidade de Messias, com sinais de estrangulamento, em junho de 2011. Com a decisão, Mirella permanecerá reclusa no presídio Santa Luzia, em Maceió. O advogado de Mirella, Rodrigo Ferro, ingressou com o pedido na tentativa de desqualifi car decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas. A jovem é acusada de homicídio qualificado. Em outubro do ano passado, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas, em decisão unânime, manteve a prisão preventiva de Mirella, já que, para o relator do processo, desembargador Orlando Manso, o decreto de prisão preventiva levou em consideração todos os requisitos necessários, fundamentando a decisão em aspectos como a garantia da ordem pública. Giovanna Tenório, que era estudante de Fisioterapia de uma faculdade particular em Maceió, desapareceu após deixar as instituição de ensino para almoçar. O corpo foi encontrado quatro dias depois e a polícia logo passou a investigar o casal Antônio Bandeira e Mirella Granconato - ambos têm dois filhos menores de idade. Toni - que permanece preso por ter violado uma tornozeleira eletrônica, por meio da qual estava sendo monitorado - teria mantido um relacionamento extra-conjugal com a vítima, Giovanna Tenório. O fato, segundo as investigações, despertara ciúmes em Mirella, que, por sua vez, teria, inclusive, encaminhado uma mensagem para o aparelho de telefone celular da estudante, ameaçando-a de morte. Todos os apontados no crime, inclusive o caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino - que responde em liberdade e com quem foi encontrado um celular pertencente à vítima - alegam inocência. Por: Gazetaweb

Autor: Redacao