Polícia

Caso Nivaldo Albuquerque: comissão de delegados se debruça sobre imagens

07/02/2012 10h15
Caso Nivaldo Albuquerque: comissão de delegados se debruça sobre imagens
A comissão de delegados instituídas pela direção-geral da Polícia Civil em Alagoas para investigar o atentado contra o estudante Nivaldo Albuquerque, filho do deputado estadual Antônio Albuquerque (PTdoB), já se debruça sobre as imagens que colhera no município de Limoeiro de Anadia, no Agreste alagoano, local do crime registrado na tarde da última terça-feira (03), quando homens armados invadiram a fazenda de propriedade do parlamentar e ainda roubaram um veículo do estudante, abandonando-o em seguida, em trecho da rodovia AL-220. Os delegados Kelman Vieira, Maurício Henrique Duarte e Ana Luiza Nogueira, que preside a comissão, reúnem-se na manhã desta terça-feira para dar início à análise das imagens contidas em vídeos que foram cedidos pela Prefeitura daquela cidade, cujo sistema de monitoramento pode ajudar a polícia no processo de identificação dos criminosos – pelo menos quatro homens seriam os responsáveis pela investida criminosa que ainda contou com o apoio de um veículo Siena – cuja cor e placa ainda não foram identificados. Informações dão conta de que o deputado Antônio Albuquerque deve ser ouvido ainda na manhã desta quarta, na sede da direção-geral, no bairro de Jacarecica, em Maceió. Contudo, a polícia segue mantendo sigilo absoluto, ‘para não comprometer a investigação’. A Gazetaweb não conseguiu contato com a assessoria de comunicação da Polícia Civil, de quem o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) cobrou rigor na apuração do caso. O estudante de Direito segue internado no Hospital Memorial Arthur Ramos, onde amigos e parentes buscam informações sobre o quadro do universitário. Embora a direção do hospital, por solicitação da família da vítima, ainda não tenha se manifestado oficialmente, a Gazetaweb foi informada de que o estado de saúde de Nivaldo é estável, ainda inspirando cuidados. Contudo, o filho do vice-presidente da Assembleia Legislativa não mais correria risco de morte. Por: Gazetaweb

Autor: Redacao