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Campanha política em Penedo ganha o natural momento de troca de farpas

05/08/2022 15h25
As grandes discussões hão de começar. Mas com uma característica: quem mais grita determina o tamanho do desespero.
Campanha política em Penedo ganha o natural momento de troca de farpas

No Brasil inteiro as campanhas políticas ganham contornos da agressividade e de denúncias por seguirem a marca da desconstrução de adversários ao invés de se mostrar um plano construtivo em defesa da sociedade, do país, do estado, da cidade e do município.

Infelizmente as campanhas descabam para o mais sujo dos caminhos com denúncias contra quem está em evidência, aqueles com chances de ganharem as eleições, e sempre partindo dos que se enxergam em clima de derrotas.

Essa prática é usual por todos da política do baixo clero.

Não têm o que mostrar ao povo, passam então a mostrar os erros dos adversários, mas nem sempre fundamentados na verdade dos fatos. São os cujo passado os condenam e cuja história conta as diminutas votações eleições após eleições. O que significa que “o povo tá vendo tudo”!

Em Penedo esse contexto não foge à regra.

Por isso a cremalheira – peça dentada que faz parte da engrenagem – já começa a girar fazendo barulho de quem nada tem a mostrar de si, mas tem tudo a inventar contra os outros.

Assim é a política. Feita de momentos dos hipócritas, – aqueles se cumprimentam em meio ao povo –, mas que partem para o ataque tão logo se afastam por metros de distância. Com uma característica: quem nasceu para ser oposição jamais saberá ser governo, construir ou ajudar construir pontes. Normalmente nunca construíram nada de bom.

Mas assim caminha a humanidade.

Ainda bem que em meio a tudo isso, existem pessoas do bem.

"As peneiras de Sócrates" - quem falou? por quê falou? para que falou?...

Autor: Raul Rodrigues

Fonte: correiodopovo-al.com.br