Por que Carlo Ancelotti masca chicletes durante os jogos
14/06/2026, 03:42:07
O hábito de Ancelotti à beira do gramado
Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, é conhecido por seu hábito de mascar chicletes à beira do gramado. Essa prática substituiu o cigarro e se tornou uma maneira eficaz de controlar a tensão durante os jogos. Na estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, o costume foi mantido durante o empate contra o Marrocos. Ancelotti, que já foi fumante, encontrou nos chicletes uma forma de aliviar o nervosismo e manter a concentração, tornando a cena uma marca registrada, ressaltada tanto por torcedores como pela mídia.
A trajetória que o levou a este hábito
Uma das imagens mais marcantes de Carlo Ancelotti à beira do gramado não envolve pranchetas, gestos exagerados ou broncas nos jogadores. O técnico costuma passar os 90 minutos mascando chicletes, um hábito que o acompanha há décadas. Durante a estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026, no último sábado (13), a seleção brasileira empatou com o Marrocos por 1 a 1, com um gol de Vinícius Jr..
Ancelotti já revelou em entrevistas que foi fumante por boa parte da vida. Ao abandonar o cigarro, descobriu nos chicletes uma alternativa para controlar a ansiedade e manter o foco durante as partidas. Desde então, essa cena se tornou uma das suas marcas registradas. Publicações já afirmaram que sua marca de chicletes preferida é a americana Big League Chew Bubble Gum.
Embora tenha a imagem de um treinador sereno, o italiano admite que vive as partidas com grande intensidade emocional. Mascar chicletes ajuda a aliviar a tensão e a lidar com o nervosismo que vem das decisões a serem tomadas em campo, especialmente em momentos decisivos.
A recepção do hábito pelos torcedores
O hábito ganhou destaque ainda maior desde sua chegada à seleção brasileira. Durante a estreia à frente da equipe e nos jogos seguintes da Copa do Mundo, torcedores passaram a comentar nas redes sociais a quantidade de chicletes consumidos pelo treinador durantes as partidas. A curiosidade em torno do hábito não é nova. Nos tempos em que dirigiu clubes como Real Madrid, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain e Bayern de Munique, câmeras de televisão frequentemente mostravam Ancelotti trocando de chiclete diversas vezes em um único jogo. Em algumas partidas de alta tensão, observadores chegaram a estimar que ele mascava mais de uma dezena de chicletes entre o aquecimento e o apito final.
