Entre a Justiça Eleitoral e os Fantasmas de 2022

O espetáculo da esperança de parte dos eleitores por escolhas de quem deve fazer justiça, e não proteger padrinhos

Entre a Justiça Eleitoral e os Fantasmas de 2022

A nomeação do ministro do Supremo Tribunal Federal – STF –, Nunes Marques, para comandar o Tribunal Superior Eleitoral – TSE –, até parece, para alguns, uma certeza sobre quem vencerá as eleições de 2026. Confunde-se responsabilidade institucional com desejos bolsonaristas.

Mistura-se aquilo que deve ser o resultado legítimo das urnas com frustrações reprimidas de quem não soube perder eleições e invadiu os Três Poderes em atos de baderna e violação das leis vigentes.

Realmente vivemos tempos de tempestades jurídicas, terremotos políticos, maremotos morais e tsunamis de caráter, impregnados pela lama fétida dos porões da corrupção.

Creditos: Professor Raul Rodrigues