As causas e seus defensores; nem tudo vale a pena quando é pura política

A quem cabe defender os inválidos, indefesos e desprotegidos? Às políticas públicas como obrigação, às entidades defensoras de cada categoria, e à rede privada sem intenção de votos. Com intenção de votos é uso indevido.

As causas e seus defensores; nem tudo vale a pena quando é pura política

Tenho visto e assistido a cenas patéticas de defensores das causas da saúde mental, da causa animal, dos diabéticos, dos hemofílicos, da Igreja Católica e da hemodiálise, cujo político, quando desmascarado, nunca mais voltou à cena do “crime”.

Defender causas em busca de votos é como enganar o povo sob o manto de uma “causa justa”, se, no fundo eleitoreiro, fotos e imagens não passam de momentos fabricados para outdoors, panfletos, jornais e postagens nas redes sociais.

Por mais dura que seja, a verdade sempre aparece.

Até os apoiadores desses enganadores das massas são por eles utilizados — tanto que só aparecem juntos em momentos midiáticos, oportunidades em que alguém, animal ou humano, é colocado em evidência.

Permito-me lembrar a frase de Alexandre Toledo: “A causa elege, mas nem sempre os justos e verdadeiros.”

Creditos: Professor Raul Rodrigues