Policiais prendem suspeitos de furtos de celular no Carnaval
10/02/2026, 06:00:49Ação dos Policiais Infiltrados
Policiais do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de São Paulo, prenderam neste domingo (8) um homem e uma mulher suspeitos de furtar celulares durante um bloco de Carnaval na região da Consolação, no centro de São Paulo. Fantasiados de caça-fantasmas, em alusão ao filme da década de 1980, os agentes atuavam de forma infiltrada entre os foliões, quando abordaram o suspeito no megabloco do DJ Calvin Harris, na Consolação. Com o homem, os policiais encontraram quatro aparelhos celulares, que foram apreendidos. Já a mulher foi abordada pelos agentes na rua Maria Antônia. Ela também estava com vários aparelhos furtados. O dois foi detidos e encaminhados a uma unidade policial, onde o caso foi registrado. Os celulares apreendidos passarão por identificação para posterior devolução às vítimas. De acordo com a Polícia Civil, a ação integra uma estratégia para coibir furtos e roubos em grandes eventos carnavalescos, especialmente em blocos com grande concentração de público.
Operação Carnaval
Chega a 18 o número de criminosos presos por agentes disfarçados entre os foliões desde o fim de semana passado, quando teve início a Operação Carnaval da Polícia Civil. Neste sábado (7), no Parque Ibirapuera, agentes do DHPP atuaram infiltrados entre os foliões, fantasiados de extraterrestres e prenderam quatro homens. Três deles foram detidos por venda de bebidas fabricadas clandestinamente, sem rótulo ou identificação. O quarto suspeito foi flagrado com três celulares furtados, escondidos sob a roupa. A presença de agentes à paisana entre os foliões faz parte da estratégia para coibir crimes durante o Carnaval. As ações contam com apoio do Grupo de Ações Rápidas e Repressão Especial (Garra). Além da Polícia Civil, a Polícia Militar também informou o reforço do policiamento com cerca de 5,2 mil policiais e 2,5 mil viaturas por dia de folia, além do uso de drones e câmeras do Programa Muralha Paulista, que permitem monitoramento em tempo real a partir do Centro de Operações da PM (Copom), em integração com órgãos municipais e estaduais.