Porque não dá a cada um o que é seu; Lucas em Atos
24/01/2026, 09:56:21Com tantos auxílios, as fazendas ficam sem empregados, as cozinhas vazias, as lojas com dificuldades de mão de obra, e agora, a carteira assinada com otros direitos. Assim, emprego e renda vira as segundas com NADA FAZ.
Quando se diz “dá a cada um o que é seu”, isso, literalmente, acaba se traduzindo em dar ao pobre a pobreza, ao rico a riqueza, ao sem-teto e ao sem-terra a exclusão, e ao pecador, o pecado. Ao agressor, o direito de agredir ainda mais.
O inverso disso está exatamente na prática da justiça social: dar a todos não o que já possuem, mas aquilo de que cada um precisa — justamente o que lhes falta.
Contudo, é preciso que quem recebe não pense em viver única e exclusivamente do que recebe. O Bolsa Família deve, sim, servir como um aporte para evitar a miséria total, porém não de forma vitalícia. Isso gera dependência, e a dependência gera domínio por parte de quem concede.
Que haja apoio aos menos favorecidos, mas não a ponto de se formar um universo de parasitas cuja única obrigação seja votar para manter o Bolsa Família, o Pé-de-Meia — que já domina a juventude —, o Vale Gás, que prende as mães à cozinha, e a lógica perversa de que quanto mais filhos, maior a receita.
O Brasil precisa crescer no setor do emprego. Se trabalho e renda forem substituídos por uma infinidade de programas governamentais, o governo se torna singular — único — e jamais múltiplo.