O que a política cobra dos políticos comprometidos com as causas

Todo mundo tem em sua memória informações sobre O BOM, O FEIO E O MAU".

O que a política cobra dos políticos comprometidos com as causas

Uma das frases mais recorrentes no meio político de Alagoas e do Brasil é a dos defensores de causas que reúnem os acometidos por elas e garantem votos espontâneos. O caso “Carimbão e a Igreja” foi um exemplo do comprometimento das partes — até que a máscara caiu.

Os defensores da causa dos tráficos mantêm-se em mandatos representando armas ou drogas: a chamada bancada da “Bala”, em Brasília; dos crimes de mando nos estados; e das drogas nas assembleias legislativas, do Rio de Janeiro para o Brasil. São causas nobres ou não — mas são causas.

Já para os novos pretendentes — nomes limpos — a saúde é uma delas, a educação é outra, e a assistência social, mais uma. O comércio constitui um eixo temático; as usinas, outro setor; o agronegócio, outro ramo; e as indústrias, outra atividade-fim.

A população precisa de representantes que a salvem das dores do mundo dos abandonados, dos descamisados, dos descalços, das comunidades das diversidades — LGBT+ — e assim caminha a humanidade.

O povo quer mudar a cara do Brasil, mas, para isso, precisa radicalizar escolhendo os justos.

Os “bons” já distribuem cestas básicas, pagam contas de água e luz, vão a festas de bonecas e bancam aniversários; contudo, não dão retorno algum direcionado ao bem comum ou coletivo, passando quatro anos ocultos, desaparecidos ou em “importante missão”.

E justos são aqueles que fazem coisas boas para a população mesmo estando à frente de órgãos públicos — secretarias, coordenadorias, diretorias ou chefias — de onde se atende ao povo em geral.

Creditos: Professor Raul Rodrigues