Por que a oposição a Penedo tudo o que critica cai por terra?
10/01/2026, 11:35:47E o líder dessa oposição a Penedo continua inelegível, e, oferencendo ao seu bebê falante uma candidatura de faz de conta. Aliás, a segunda vez.
Na política penedense, um fenômeno tem se repetido com frequência quase pedagógica: toda crítica lançada pela oposição parece ruir diante dos fatos. Não por falta de discurso, mas por ausência de lastro. Critica-se muito, mas comprova-se pouco. E, em política, quando a palavra não encontra respaldo na realidade, ela se transforma em eco vazio. Gritaram contra a Conasa Águas do Sertão. Ultimamente em silêncio sem explicação.
A oposição em Penedo tem apostado na retórica do “quanto pior, melhor”, estratégia antiga que consiste em enxergar desastre onde há avanço, abandono onde há investimento e caos onde há organização. O problema é que a cidade, aos olhos da população, segue desmentindo esse roteiro. Obras visíveis, serviços funcionando e uma cidade mais viva impõem um confronto direto entre discurso e realidade — confronto que a oposição tem perdido. Gritaram conta as obras das Pontes – Ponta Mofina e Penedo/Neópolis, ultimamente silêncio da oposição vendo as pontes sendo construídas.
Quando se critica a infraestrutura, as ruas iluminadas, as praças revitalizadas e os equipamentos públicos em uso surgem como prova concreta em sentido contrário. Quando se fala em abandono do turismo, os eventos cheios, o comércio aquecido e a presença constante de visitantes derrubam o argumento. A narrativa cai por terra porque a cidade responde. Gritaram contra a hemodiálise, hoje uma realidade que renovou as vidas dos pacientes que sem as viagens massacrantes têm qualidade de vida muito melhores.
Outro ponto central é a fragilidade da memória política da oposição. Muitos dos que hoje se colocam como fiscais rigorosos do poder público foram, ontem, protagonistas de gestões marcadas pela estagnação ou pela ausência de planejamento. A população lembra. E essa lembrança transforma críticas atuais em contradições históricas difíceis de sustentar. Gritaram contra a Santa Casa, hoje com cirurgias por vídeo, oftamológias, ortopedistas atendendo e operando normalmente. E partos acontecendo naturalmente sendo cesarianas ou normais.
Além disso, há uma desconexão evidente entre a oposição e o cotidiano do povo. Critica-se de gabinetes, redes sociais e discursos ensaiados, mas sem ouvir quem vive a cidade no dia a dia. Enquanto isso, a gestão fala com ações, e ações têm um poder comunicativo muito maior do que qualquer postagem ou pronunciamento da oposição.
Em Penedo, a política tem sido julgada menos pelo que se diz e mais pelo que se faz. E é justamente aí que reside a explicação: a oposição critica, mas não apresenta alternativa concreta; aponta problemas, mas ignora soluções em curso; tenta desconstruir, mas não consegue apagar o que está diante dos olhos. E o advogado das EAD – Entrevistas à Distância – aponta “falhas jurídicas, no entanto não denuncia nos órgãos competentes. E estes somente agem se provocados.
Por isso, toda crítica cai por terra. Não por censura, não por falta de espaço democrático, mas porque os fatos — teimosos como sempre — insistem em contrariar o discurso oposicionista. E, enquanto a cidade avança, a oposição permanece presa a um passado que o povo já decidiu deixar para trás. Do Oinho ao líder das EAD – Entrevistas a Distância – ainda não enxergaram que quem os dirige está na escuridão. Escuridão dos fatos. Não os enxerga.