Igreja presta homenagens a pastor morto em chacina

Igreja presta homenagens a pastor morto em chacina

Manifestação da comunidade evangélica

A comunidade evangélica começou a se manifestar publicamente após a confirmação de que uma das vítimas da chacina que matou cinco pessoas em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, era um pastor. Uma igreja da cidade se manifestou nas redes sociais. O pastor, que atuava em uma igreja evangélica no bairro Santa Cecília, foi morto dentro da própria casa pelo filho, segundo a Polícia Militar (PM). O crime ocorreu na madrugada de quarta-feira (07) e também vitimou a esposa, duas filhas e um neto de 5 anos.

Notas de pesar e manifestações religiosas

Uma das manifestações foi publicada pela Assembleia de Deus Ministério Jeová Nissi, que afirmou estar em oração e solidariedade à família do pastor e aos membros da igreja local. A nota pede consolo aos familiares e menciona o impacto da perda para a comunidade cristã. Outros fiéis aproveitaram a postagem para prestar condolências, destacando o papel religioso do pastor e a comoção entre membros de congregações da cidade. As publicações começaram a circular ainda nas primeiras horas após a divulgação oficial da identidade das vítimas.

Crime planejado, diz Polícia Militar

De acordo com a PM, o suspeito deixou a própria casa por volta de 3h35 e caminhou até o imóvel da família, onde aguardou uma das irmãs sair para o trabalho. Ele a rendeu e forçou a entrada na residência, iniciando os ataques. As mortes ocorreram antes das 6h22. Imagens de câmeras de segurança permitiram reconstruir o trajeto e a dinâmica do crime.

O homem foi preso cerca de 20 minutos após o início da ocorrência da corporação, confessou os assassinatos e entregou a faca utilizada. A Polícia Militar informou que o suspeito apresentou versões contraditórias sobre a motivação, citando dívidas e conflitos familiares. As alegações ainda não foram confirmadas. A delegada Camila Miller confirmou que o caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Juiz de Fora. A Polícia Civil apura as circunstâncias e a motivação do crime. Até o momento, não há laudos que comprovem transtornos psiquiátricos do suspeito.