As escolhas dos eleitores por engano que maltratam Piaçabuçu, Neópolis e Igreja Nova
04/01/2026, 05:04:08Contra fatos os argumentos se esgotam mesmo que o saneamento sanitário tente tapar o Céu com a Peneira.
Após um ano das posses dos senhores prefeitos das cidades circunvizinhas de Penedo — Piaçabuçu, Neópolis e Igreja Nova — escolhidos pelo sufrágio popular (votos nas urnas), induzidos pelas gestões que se despediam — Piaçabuçu com Djalma Beltrão, Neópolis pela palavra ESPERANÇA como mote e Igreja Nova pela ex-prefeita Vera Dantas —, chegaram aos cargos mais importantes dos citados municípios Rymes Lessa, o desastre administrativo; Alysson de Amintas, o nega-fogo da ESPERANÇA; e Thiago, o pau mandado, respectivamente. O resultado foi o caos para seus moradores, o povo sofredor.
Piaçabuçu perdeu o Carnaval do Peba, promoveu um ordenamento do trânsito da Orla — que nunca mais será ponto turístico —, gerou revolta na Câmara de Vereadores, perdeu a solicitação de verba extraordinária e demitiu mais de quinhentos servidores sem qualquer explicação que justifique tais decisões. Soma-se a isso as seguidas derrotas na Justiça Eleitoral, o que pode preceder uma nova eleição — suplementar — em caso de nova derrota no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Alagoas. Piaçabuçu vive o caos sob Rymes Lessa e Carlos Ronalsa: um desastre para o povo piaçabuçuense.
Neópolis vive mergulhada em escândalos orçamentários, onde a Secretaria de Cultura dispõe de mais recursos que Educação e Saúde. Números que desafiam a Matemática e expõem uma suposta competência “cultural” do gestor. Soma-se a isso o dinheiro da venda da DESO — Companhia de Saneamento de Sergipe — cuja própria denominação já é um imbróglio da Língua Portuguesa ao se desdobrar a sigla: DESO iniciada por “Companhia”, começada com D. Até que se prove o contrário, companhia iniciada por D é algo, no mínimo, “estrobofóbico” — causador de incômodo visual.
Já em Igreja Nova, o que se vê é um administrador perdido na multidão, guiado pelas mãos de um grupo político que sequer se dá ao trabalho de esconder o bastão de domínio da prefeitura. O poder é tamanho que já se prenuncia uma nova prefeita para 2028 e, pasmem, um candidato a deputado estadual de papel, conhecido do eleitor apenas por assim ser. Todavia, quem pode manda; quem tem juízo, obedece.