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Toni Bandeira viola regras de prisão domiciliar e é preso

29/12/2011 05h59
Toni Bandeira viola regras de prisão domiciliar e é preso
O comerciante Toni Bandeira, um dos acusados no assassinato da estudante Giovanna Tenório, foi preso novamente por volta das 15h desta quarta-feira (28) pela Polícia Militar. Segundo a Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap), ele violou as regras da prisão domiciliar, que vinha cumprindo desde 29 de agosto. A prisão aconteceu no Tabuleiro do Martins, próximo à Bomba do Gonzaga, e foi acompanhada por agentes da Sgap. Toni quebrou a tornozeleira que monitorava seus passos e saiu em horários proibidos, durante a noite, nos dias 24, 25 e 26 de dezembro. A Justiça havia determinado, como uma das condições da prisão domiciliar de Toni, que ele deveria permanecer em sua residência todos os dias das 22h às 5h. O acusado foi levado para a Casa de Detenção de Maceió, no complexo penitenciário da capital. A prisão foi decretada pelo juiz João Dirceu, da 8ª Vara Criminal de Maceió. O empresário afirmou que não rompeu intencionalmente a tornozeleira, mas que ela teria sido danificada quando ele nadava em uma piscina. Quando convocado para prestar esclarecimento sobre o rompimento, Bandeira não compareceu ao local e data marcados. O comerciante de Rio Largo é suspeito no sequestro e morte de Giovanna Tenório, ocorrido em junho deste ano, junto com a sua esposa, Mirela Granconato, que está presa no Santa Luzia. Caso Giovanna A estudante de Fisioterapia Giovanna Tenório de Andrade, de 28 anos, foi sequestrada e morta no dia 2 de junho deste ano. Seu corpo foi encontrado quatro dias após o seu desaparecimento, num canavial na cidade de Rio Largo. Segundo a perícia, ela foi morta por estrangulamento. São acusados no crime além de Antonio Bandeira, que teria mantido um relacionamento extraconjugal com Giovanna, Mirella Granconato, esposa de Toni, que está presa desde 28 de junho, e o caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino, que cumpre prisão domiciliar. Desde o final de junho, a polícia alagoana recusou quatro pedidos de soltura de Mirella Granconato. O último deles foi em outubro. [caption id="attachment_6149" align="aligncenter" width="150" caption="A estudante Giovanna Tenório desapareceu no dia 2 de junho "][/caption] Tudo na Hora

Autor: Redacao I