Geral

Quais secretarias em Penedo sempre foram bicho de sete cabeças?

06/08/2021 19h37
Administradores administraram os seus próprios problemas. AS secretarias devem até existir, mas com bons nomes.
Quais secretarias em Penedo sempre foram bicho de sete cabeças?

Entra prefeito sai prefeito na cidade de Penedo-AL e algumas secretarias continuam sendo BICHO DE SETE CABEÇAS tanto pelas suas inutilidades cômicas para não escrever “'Inúteu“A gente somos 'inúteu” “Inúteu” refrão da música da banda Ultraje a Rigor, na tradução ao pé da letra.

Por vezes os ocupantes do cargo são tão diminutos que terminam por levar para o prédio da secretaria objetos pessoais como telefone fixo ou Fax. É a prova inconteste da incompatibilidade para o cargo. Falta de competência aliada ao mau caráter pessoal. Mas o que vale é o salário. E isto já aconteceu. Isto foi na comunicação que nunca teve atuação digna. Era cabide de empregos. Hoje responde muito bem à função.

A Chefia de Gabinete virou moeda de troca chegando a ser ocupada por diversas vezes com a mesma descrição da comunicação. O chefe de gabinete tem por função explicita atender aos pleitos políticos de vereadores, presidentes de associações de bairros, lideranças outras que sejam atendidas pelo para-choque do prefeito. Quando é para dá o SIM vai para o prefeito, quando não, fica no Chefe de Gabinete. Alguns foram polivalentes. Mas de fato sempre teve e tem a função do epitáfio.

A de administração sempre se manteve em níveis de excelência pelas atribuições imperiosamente necessárias.

A de Finanças e Gestão Pública merece todo o reconhecimento pelas duas capacidades capilares; manter salários em dia, e também o faz me rir. Sendo este a porta por trás do tapete. Quem soube fazer perdurou. Quem não entendeu se escafedeu.

A do Trabalho Habitação e Assistência Social sempre esteve por entre mãos proativas e competentes. Sendo de confiança demorou por entre primeiras damas, parentes de primeiro, segundo ou terceiro graus, mas de confiança e resolutividade eleitoral. Parece-nos que primeira vez será utilizada de maneira eleitoral em sua titularidade. Os ventos sopram para este fim.

A de Cultura é feito sovaco de aleijado ou cadeira de balançar. Quem bem explica é a rima, eu dei um salto por cima da ligeireza quebrei tamborete e mesa cadeira de balançar! Sempre vive devendo mais do que arrecada. E quem sofre mesmo é quem esteja cargo e os músicos contratados. Diria que serve mais de amparo salarial.

A da Educação virou moeda de troca estrangeira. Por se tratar “gestão plena” e banco de empregos para contratados tornou-se uma verdadeira Porta Aberta de Vicente Celestino. Agrega a Ébrios e Colombinas indicadas por vereadores e ex-prefeito. Tem sua grande função social e educacional, mas muito mais política. Está no caminho errado. Mas quando o errado está certo fazer o quê?

A Saúde, uma das mais complexas e de ininterruptos e incansáveis serviços prestados tem vivido de melhores escolhas para o cargo. Geonice Peixoto, Vera Costa, Pedro Madeiro, Marcos Beltrão e Guilherme Lopes deram um plus sequenciado jamais alcançado por outros nomes. Dr. Raimundo deixou sua marca indelével, muito embora a política dominadora não tenha permitido maior crescimento.

Serviços Públicos serviu de guarida para ex-prefeitos, consolo para aliados, sendo um dos maiores calos para os próprios prefeitos que escolheram mau aos nomes para o cargo. Sendo de grande necessidade para a população o próprio povo sabe bem avaliar os estragos pelas escolhas erradas.   

 

De certo, que das citadas Comunicação e Chefia de Gabinete são as piores pelas escolhas dos chefes do executivo. 

Autor: Raul Rodrigues

Fonte: correiodopovo-al.com.br