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Quanto mais desiguais formos, mais seremos pobres na política.

20/11/2021 09h10
Sem a disseminação de uma boa instrução - educação escolar - jamais seremos grande.
Quanto mais desiguais formos, mais seremos pobres na política.

A política tem por função de origem buscar as soluções para vencermos as desigualdades, e quanto mais desiguais formos, piores seremos no futuro e sempre.

As desigualdades começam pelas diferentes formas de educarmos nossos filhos e filhas no quesito instrução. Educar é função das famílias. E quanto mais famílias tiverem sendo destruídas pelas condições socioeconômicas, mais para-analfabetos teremos. O tão propalado IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – nunca foi um parâmetro de seriedade em nossas análises de imagem virtual.

Quando um governo imagina resolver o problema da pobreza dando Auxílio Brasil, ele mais cria bolsões de misérias que solução de fato para o problema social. A desigualdade apenas muda de lugar. Lugar nas cabeças vazias que não entendem que quem liberta ao homem é a instrução. É o saber.

Se assim continuarmos a caminhar sempre iremos ser um país de catálogos com esgotos a céu-aberto, crianças brincando por entre águas contaminadas e de creches que mais servem de proliferação de doenças cujo saneamento básico nunca chegou para diminuir os números da miséria.

Quanto mais famílias forem sustentadas pelos Auxílios ou Bolsa-Famílias da vida cujos recursos advêm dos impostos pagos por nós, mais iremos fomentar a um grupo de milhões de desempregados que nem querem estudar nem querem trabalhar. A miserabilidade é a sua casa o seu habitat.

E qual a maior riqueza de um ser? O seu saber!

 

Este deveria ser o objetivo real dos governos. 

Autor: Raul Rodrigues

Fonte: correiodopovo-al.com.br