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Nunca um ano eleitoral mostrou tantas mudanças dos políticos

02/08/2022 10h31
Com tantas uniões faltam até adversários em lugares separados, já que estarão em um mesmo palanque.
Nunca um ano eleitoral mostrou tantas mudanças dos políticos

É verdade e fato consumado que as lideranças antagônicas neste ano eleitoral de 2022 se misturaram tanto que até o próprio eleitor ficou em dúvida se era ou é verdade tanta “união sem ser o União Brasil”.  

Lula com Alckmin quebrou todos os paradigmas, mas tem razão e explicação do ser. Ambos não ganhariam essas eleições sozinhos, por isso e enxergando que política é soma, se uniram para teoricamente se complementarem com o que cada um tem de bom.

Em Alagoas algumas alianças estão sendo firmadas pelos vieses da lei máxima da política: os interesses das partes. Assim se pode entender Calheiros com Lessa, e em um próximo segundo turno, antigos adversários de fogo-a-fogo, unidos em um mesmo palanque.

Em Penedo, a união ou aliança entre os Beltrão e os Toledo não gerou o efeito esperado para este momento, que seria MB agregar para si os votos do grupo Toledo para deputado federal, o que não logrou êxito, pois os Toledo tinham e têm compromissos com Arthur Lira e que irão ser cumpridos.

E se neste primeiro momento MB não obteve o êxito esperado, para o futuro é uma incógnita maior ainda, pois quem é Toledo desde criancinha não vota em Beltrão.

E o grupo Toledo terá que se organizar sob o comando de um líder que não Március Beltrão.    

Autor: Raul Rodrigues

Fonte: correiodopovo-al.com.br