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Leia aqui o que escrevemos em 16/02/2021 sendo descrito hoje pela gazetaweb.com sob ALERTA da politicagem.

04/09/2021 09h58
Obras inacabadas, ponte de mentira, podem atrapalhar sonhos de Renan Filho para o senado. Já que ser ministro de Lula é apoiar LADRÃO!
Leia aqui o que escrevemos em 16/02/2021 sendo descrito hoje pela gazetaweb.com sob ALERTA  da politicagem.

Renan Filho será sem dúvidas, maior governador em obras edificantes! Se concluí-las.

O governador Renan Filho que precede uma série de ex-governadores de Alagoas com os nomes dentre os maiores gestores do estado, Divaldo Suruagy, campeão de votos e de distribuição de empregos em toda a historia do estado, Moacir Andrade, desbravador da região Sul com a AL 1010 Sul, e Ronaldo Lessa o admirado pelos servidores da educação, sendo Renan Filho o maior governador de toda a história ao proporcionar a maior e melhor malha viária do Brasil. Uma chama para o desenvolvimento.

Estradas e ferrovias representam abrir portas para o desenvolvimento. Isto é secular desde as épocas dos Barões, mesmo os governos que ocuparam a cadeira presidencial não dando o respectivo valor a tal mérito.

Renan Filho irá deixar Alagoas com as principais rodovias que interligam o Sul ao Norte, o Leste ao Oeste, duplicadas. Isto por decisão de governo e não de governos.

Veja lista das duplicações a serem realizadas ainda em seu governo.

·         Maceió/Arapiraca

·         Arapiraca/Palmeira dos Índios

·         Arapiraca/São Sebastião

·         Arapiraca/Delmiro Gouveia

·          Maceió/Maragogi

Rodovia d Ilha da Croa, na Barra de Santo Antônio a Barra do Camaragibe, fazendo a ponte na B do Camaragibe, diminuindo a distância em mais de 40 km, de Maceió a Porto de Pedras, pelo litoral.

Rodovia ligando Murici a Cidade de Capela, diminuindo em mais de 30 km a distância entre o Vale do Mundaú e cidades como Palmeira dos Índios e Arapiraca, e a interligação de Penedo a Coruripe via Cooperativa Pindorama, encurtando a distância entre Penedo e Maceió em 20 km.

*Além dessas decisões o redator do CPA solicita ao governador Renan Filho que após decisão em fazer a Ponte Penedo/Neópolis, que envide esforços para duplicar a AL 101 Sul da Barra de São Miguel a Penedo, perfazendo a maior obra turística de Alagoas, atualmente com recorde nacional de turistas em nosso estado.

Renan Filho uniria Alagoas em termos de malha viária como o melhor estado da federação em toda a sua extensão, deixando para trás todo e qualquer ex-governador no quesito desenvolvimento para o futuro. E neste quesito quem lhe será reconhecido será o povo alagoano, que independente da classe política que engessa a executivos, manterá um canal aberto sem intermediários com o eleitor, base da vitória política de um grande líder.

Se Renan Filho concluir tais obras, Alagoas terá de fato e de direito uma nova era em sua história. Se não...

 

 

PRÁTICA QUE FAZ MAL!

Levantamento efetuado pelo “Estadão” e publicado em 2016, tendo como fonte a base de dados de órgãos oficiais, constatou a existência de cerca de cinco mil obras inacabadas no País, totalizando um investimento de R$ 15 bilhões.

Naquele tempo, o Estado de Alagoas já dava sua cota de “contribuição” ao desleixo geral com a coisa pública, cuja gravidade levou a Câmara dos Deputados a instituir, em 2019, a Comissão Parlamentar sobre Obras Inacabadas.

A investigação identificou mais de 14 mil obras inconclusas, espalhadas por todas as regiões, quase o triplo do número anterior. Para concluí-las, contabilizou-se a necessidade de os governos da União, dos Estados e municípios desembolsarem algo superior a R$ 40 bilhões.

O TCU, que chegou a elaborar o “Mapa das Obras Paradas”, advertiu para o gigantesco prejuízo causado ao erário pelas construções que hibernam e ultrapassam gestões sem saírem do lugar. Além do desgaste causado pelo tempo de paralisação, há o imenso prejuízo imposto à população, em razão de os projetos não se converterem em equipamentos de prestação de serviço à sociedade.

E quais são as principais causas dessa desordem administrativa?

Para quem fiscalizou e meteu a mão na cumbuca, as motivações giram em torno de atos de corrupção, embargos ambientais, erros em projetos e injunções politiqueiras geradas por troca de governantes.

No âmbito do governo Renan Filho, há um pacote de obras que ainda não se transformaram em benefícios para a sociedade, constituindo-se nas famosas obras inacabadas ou sem funcionalidade nenhuma.

É o caso, por exemplo, do Polo Tecnológico, instalado em Jaraguá, do Matadouro Público de Murici, do novo aqueduto do Catolé, da ampliação do sistema Pratagy e da duplicação de rodovias, como a AL-101 Norte, além de unidades hospitalares que não foram contidas. Sobre sistema viário, o governador apressou-se para inaugurar uma grande obra de mobilidade inconclusa, como o viaduto da PRF, bancada pelo governo federal. O próprio CNJ, como noticiou a Gazeta, já havia notificado o governo de Alagoas a fornecer um diagnóstico de obras públicas inacabadas no Estado.

À medida que Renan Filho assina às pressas ordens de serviço na exata proporção em que se aproxima o pleito eleitoral, mais os agentes públicos desconfiam do calendário de conclusão do que vem sendo prometido pelo interior afora.

A desconfiança é tão evidente que o Poder Legislativo, numa sessão avalizada até pela bancada governista, aprovou projeto de lei que proíbe a inauguração de obras inacabadas no Estado. A ideia do autor da lei, o deputado Cabo Bebeto, é abolir a prática do governante de difundir a falsa ideia de que se fez algo, mesmo sendo constatado que não há efetiva funcionalidade desses benefícios na vida real de quem precisa deles.

 

 

Autor: Raul Rodrigues - Editorial da gazetaweb

Fonte: correiodopovo-al.com.br