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Fundo Eleitoral Partidário de 2022 desafia a Justiça Eleitoral

27/06/2022 09h52
E Bolsonaro fica discutindo a honestidade das urnas eletrônicas que o elegeram faz tempo.
Fundo Eleitoral Partidário de 2022 desafia a Justiça Eleitoral

A Justiça Eleitoral no Brasil quase sempre apela para cima das candidaturas minúsculas – aquelas que não incomodam a ninguém – para dá o ar de referendo de que fiscalizou às eleições municipais ou gerais.

São escolhidos a dedo os fatos mais discrepantes, e que não chegam sequer a preencher a lista de suplentes – os mais próximos – para servirem de bode expiatório nas chamadas INTIMAÇÕES para que os nanicos, que movimentaram o mínimo possível dentro do rege e Lei Eleitoral, se defendam das investidas de quem deseja mostrar serviço mesmo que de amaneira absurdamente imoral

Estes viram alvos.

Já os vencedores das eleições – os eleitos e diplomados pela mesma Justiça Eleitoral – permanecem imunes e com os seus mandatos preservados mesmo em se sabendo – mas não com as tais provas – que foram os que feriram e feio, aos princípios da igualdade e do não abuso do poder econômico.

Este ano, 2022, o Fundo Eleitoral Partidário vem recheado com Milhões de Reais, sendo recurso oriundo da União, e que em nada impede as falcatruas nas prestações de contas e ainda de doações externas – Caixa 2 – uma vez que simbolicamente e oficialmente, os recursos têm como ser “fiscalizados” em sua origem. E a origem é do Fundo Eleitoral.

Vejam a aberração dos valores:

União Brasil   – R$ 782.549.751,69

PT                   – R$ 503.362.324,00

MDB               – R$ 363.284.702,40

PSD                – R$ 349.916.884,56

PP                   – R$ 344.793.369,45

PSDB             – R$ 320.011.672,85

PL                   – R$ 288.519.066,50

PSB                – R$ 268.889.585,68

PDT                – R$ 266.425.162,09

Republicanos – R$ 253.425.577,52

Este pobre redator deixa aqui a pergunta se os Cartórios Eleitorais do Brasil que trabalham praticamente à base de funcionários cedidos por órgãos públicos, e, em número reduzidíssimo, podem fiscalizar aos que mais movimentam?  

Aí, para não dizer tacitamente que não fiscaliza, pega para bode expiatório, o cidadão da vala dos comuns.  

   

 

 

Autor: Raul Rodrigues

Fonte: correiodopovo-al.com.br