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Entre os benefícios da vacinação e as dúvidas de parte da população, vacinar é a solução

03/05/2021 22h12
Quem não se vacinar concorre para a morte sem nenhum tipo de defesa. Já os vacinados se infectados terão sintomas bem mais leves.
Entre os benefícios da vacinação e as dúvidas de parte da população, vacinar é a solução

Sim é uma sobra que persegue a uma parcela da população brasileira a dialética de uma discussão entre vacinar ou não se vacinar. Dentro do campo da legalidade e da democracia todos têm os seus direitos. Respeitá-los é uma obrigação.

Revolta da vacina no Rio de Janeiro.

Com tudo, nunca se viu no Brasil uma campanha de vacinação trazer a tragédia para os lares dos brasileiros. Desde a Revolta da Vacina, que teve início logo após a Lei de 10 de novembro de 1904, por meio do Presidente Rodrigues Alves, embasado no conceito científico do médico Osvaldo Cruz, gerando um levante da população contra a vacina, que por força de lei foi finalmente aplicada e por fim salvando vidas, nada temos a contestar.

A ciência não tem por fé de ofício realizar experimentos com humanos, mas em se tratando de uma situação como a atual, e se creditando a todo histórico da medicina como sendo uma busca pela vida e não para a morte, devemos enfim, aceitarmos que entre os riscos dos benefícios ou das dúvidas, certo estará quem optar pelo mais correto que é lutar pela vida.

As manchetes da época.

Sim, existem sim as pessoas que não aceitam o conceito da vacinação como um experimento cujos resultados já pontam mundialmente para o controle e imunização dos povos. Essas pessoas preferem acreditar em tudo. Menos na ciência. E quem não crer nas ciências do universo, na medicina e suas descobertas, incorrem em um só erro: conviver de perto com a morte.

A vacina não teria a menor chance de trazer o fim da vida. Já ausência da vacinação é sim um caminho para a morte em caso de contaminação. O vírus vem se modificando como a própria natureza lhe permitir lutar sua própria vida, e para tanto, fortalece-se a cada dia pelas suas variantes. E para quem não toma a vacina apenas uma certeza se tem: a porta aberta para o cemitério está escancarada.

Autor: Raul Rodrigues

Fonte: correiodopovo-al.com.br