Alagoas

Sobe para 14 o número de casos suspeitos de varíola dos macacos em AL

05/08/2022 19h08
No dia 23 de julho, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência global para a doença; não há casos confirmados no estado
Sobe para 14 o número de casos suspeitos de varíola dos macacos em AL

Em nota enviada nesta sexta-feira (5), a Secretaria do Estado da Saúde (Sesau) atualiza o número de casos suspeitos de varíola dos macacos em Alagoas. Com isso, foram notificados 14 casos suspeitos de Monkeypox, conhecida como Varíola dos Macacos, sendo cinco do sexo feminino e nove do masculino.

A Sesau reforça que um dos casos, proveniente de Messias, já foi descartado após exames laboratoriais. Os outros 13, sendo sete de Maceió e três de Rio Largo, um de Ouro Branco, um de Inhapi e 1 de Penedo, estão sendo monitorados pelas Vigilâncias Epidemiológicas dos municípios de origem.

A Sesau esclarece que um dos pacientes com suspeita da doença, residente em Maceió, necessitou de internação no Hospital Escola Helvio Auto (HEHA), referência para o tratamento de doenças infectocontagiosas. Já os outros 12, sendo três de Rio Largo, seis de Maceió, um de Ouro Branco, um de Inhapi e 1 de Penedo, permanecem sob isolamento domiciliar, sem evolução negativa do estado de saúde e, após cumprirem o período de isolamento preconizado, serão liberados.

“A Sesau ressalta que os resultados dos exames de diagnóstico da Monkeypox ainda não têm data para divulgação, uma vez que são processados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Para isso, o material biológico é coletado pelo Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) e encaminhado para a capital carioca, por meio de uma transportadora contratada pelo Ministério da Saúde (MS)”.

Somente no Hospital Hélvio Auto, referência no atendimento de doenças infectocontagiosas, subiu para oito o número de casos suspeitos de varíola dos macacos.

Na semana passada, o Brasil confirmou a primeira morte por varíola dos macacos (monkeypox). Seguindo as orientações do Ministério da Saúde e fluxo determinado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), os pacientes foram submetidos a coleta de amostras pelo Laboratório Central (Lacen/AL) para investigação laboratorial.

Os casos de varíola dos macacos no Brasil continuam subindo: mais de 1,7 mil, com maior número de ocorrência em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.

Em nota, o Hospital Escola Dr. Helvio Auto (HEHA), unidade assistencial da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), informa que recebeu, até a sexta-feira (5), oito pacientes com sintomatologia suspeita de monkeypox (varíola do macaco), com uma internação. Até o momento, nenhum caso foi confirmado.

Segundo a assessoria do Hélvio Auto, um paciente adulto do sexo masculino foi internado na quinta (4), por piora e aumento acentuado das lesões que apresenta na pele. Dos oito pacientes, sete estão aguardando resultado em isolamento domiciliar, até a Fiocruz liberar os resultados das amostras colhidas pelo Lacen na semana passada.

“Reforçamos nesse momento a necessidade de atenção para as medidas de prevenção como: evitar o contato próximo com pessoas infectadas ou com suspeita de infecção, reduzir o número de parceiros sexuais, não compartilhar objetos pessoais (talheres, roupas, roupas de cama e toalhas), higienizar sempre as mãos e utilizar a máscara”, destaca a nota.

Em nota, o Hospital Escola Dr. Helvio Auto (HEHA), unidade assistencial da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), informa que recebeu, até esta sexta-feira (5), oito pacientes com sintomatologia suspeita de monkeypox (varíola do macaco), com uma internação. Até o momento, nenhum caso foi confirmado.

Segundo a assessoria do Hélvio Auto, um paciente adulto do sexo masculino foi internado nessa quinta (4), por piora e aumento acentuado das lesões que apresenta na pele. Dos oito pacientes, sete estão aguardando resultado em isolamento domiciliar, até a Fiocruz liberar os resultados das amostras colhidas pelo Lacen na semana passada.

“Reforçamos nesse momento a necessidade de atenção para as medidas de prevenção como: evitar o contato próximo com pessoas infectadas ou com suspeita de infecção, reduzir o número de parceiros sexuais, não compartilhar objetos pessoais (talheres, roupas, roupas de cama e toalhas), higienizar sempre as mãos e utilizar a máscara”, destaca a nota.

Autor: Regina Carvalho

Fonte: gazetaweb.globo.com