Não enveredamos pelas vidas pessoais

Missão do CPA será cumprida à risca; Penedo antes e depois do Correio do Povo!

Mas pelas vidas públicas nosso limite o interesse da população.

04/07/2018 por Por Raul Rodrigues
nossa primeira imagem polêmica

Sempre fui de fortes opiniões por fundamentá-las nas verdades, nos fatos e nas provas. Lógico que provas sempre são muito difíceis de encontra-las e muito de preservá-las. Mas nossa memoria ainda está perfeita. E quem não acreditar nela não acredita em mim. Direito de quem duvidar é se contrapor de provar nossos erros com provas, e não com dialéticas ou hermenêuticas.

Antes do Correio do Povo de Alagoas – CPA – existir a politica penedense estadual e até nacional somente era contada pelos senhores políticos. Eles tinham fé de oficio e por assim serem vistos casavam, descasavam, batizavam e crismavam com o apoio do clero. E isto vem de além décadas. Existiam apenas O Apostolo, O Correio São Francisco, depois a Tribuna Penedense, e sazonalmente o Pedra Pura, A Voz de Penedo, o Jornal da Casa do Penedo, O Grande Rio, Conexão Penedo, este último mais tempo de duração que mera sazonalidade, de maneira online o precursor de todos, o CPA, e o Aquiacontece, emblematicamente chapa branca do seu proprietário, e oBoa Informação e o Diário Penedense.  Mas todos atendendo a seguimento políticos. As emissoras de rádio e canais de televisão também têm os seus seguimentos políticos. O Brasil ainda é terra de alguém.

O Correio do povo de Alagoas – CPA – nasceu em 07 de julho de 2007 com o apoio do então prefeito Március Beltrão e do empresário Nilson Ernesto Bezerra que nunca me cobraram obediência editorial. Logico que por vontade dos mesmos jamais deveríamos escrever duramente contra eles, mas esse não é o papel de um verdadeiro jornal. Reconhecemos méritos e apontamos erros seja de quem for. Se forem verdades o povo deve saber.

E é exatamente por esse viés editorial que sobrevivemos aos trancos e barrancos impostos pelas autoridades públicas que se sentem imaculadas ou com a vestimenta papal ou do sacrossanto empoderamento. E somente a Deus é dado tais características. Todos nós somos vulneráveis, passiveis de erros e detentores de virtudes e defeitos como todo ser humano. Entretanto quando focarmos os interesses de um povo não devemos nos amedrontar ante aos “poderosos”, pois são eles “poderosos” exatamente pelo poder que lhes damos nas urnas, que deveria ser a cada eleição uma usina de reciclagem.

Se as verdades existirem elas irão a publico. Custe o que custar. E é exatamente por esse tipo de jornalismo que passamos a ser o divisor de águas da imprensa penedense. Por isso reitero: a imprensa penedense existe em duas fases: antes do CPA e depois do CPA.

E qual o nosso limite? Exatamente o limite do interesse da população.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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