Com decisões vexatórias STF é ferido nos créditos

Brasil: país vivendo do contraditório do judiciário.

Ministros reconhecidamente parciais tornam a mais alta corte contaminada pela nojenta política além de podre poder.

29/06/2018 por Por Raul Rodrigues

O órgão de maior representatividade do judiciário no Brasil é o Supremo Tribunal Federal – STF – que tem em seus quadros onze julgadores da última instância. Onze ministros que representam – em tese – o suprassumo da sapiência jurídica, e por tal mérito, o sentimento puro da imparcialidade para isento de quaisquer situações darem o veredito final dobre os mais difíceis e complicados casos de justiça.

Entretanto, as nomeações desses excelsos ministros se dão por meio de indicações dos senhores presidentes da republica – estes eleitos pelo – e que sempre serão o resumo do senso comum. A maioria dos brasileiros que somente votam emocionalmente. Não é uma crítica, mas uma constatação. E entre razão e emoção as diferenças são abismais.

Escrito isto, encontraremos então as razões pelas quais as configurações terminam sendo formado o nosso STF; por opiniões temporalmente sectárias e em defesa do próprio interesse do senhor presidente. Nunca pela isenção do escolhido par julgamentos puramente jurídicos.

Em sendo assim, explica-se todo o contraditório das decisões do atual STF que se notabiliza pelas decisões esdruxulas ante as maiores autoridades do convivo com as leis – advogados – juristas de outras instancias – juízes federais e estaduais – promotores também federais e estaduais, perfazendo deste modo o resumo de quem vive do aplicar das leis vigentes. Se não existe isenção no julgamento, a hermenêutica tão propalada e decantada pelos senhores ministros só nos leva a uma conclusão: o STF está podre.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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