Uma referenda análise para o momento

Apesar de tudo a amizade deve prevalecer aos arroubos de uma juventude presente

Quem nasce Rei ou Majestade traz consigo a marca da união! Não a da Guerra!

23/10/2020 por Por Raul Rodrigues

Reza a lenda que em um pequeno povoado da Groelândia, ilha cercada em um dos lados pelo mar do Labrador, e pela Baía de Baffin, um pequeno morador daquela região se arvorou de pretenso Rei da Groelândia. E para tal precisaria passar pelo crivo de quem escolhe o novo Rei, o povo.

E, neste contexto o povo da ilha sempre fez contextualizar o passado do candidato ao cargo de Rei e as suas características do atual momento. Este é um bom eixo de se escolher bem o representante para governar a um povo. Todo passado pode ter sido revolvido pelo tempo, ou manter-se vivo entre frases de efeito de amadurecimento não acontecido.

De fato, o povo da Groelândia tinha razão em suas análises. Pois assim se livrou de grave erro em uma das suas escolhas.

Eis que o pretenso Rei tinha em seu passado várias falhas comportamentais como a conhecida ambição. E se dizia sobre ele: “se tiver dinheiro na disputa, ele vira uma ilha”, pois todo egocêntrico, centralizador, individualista e falso perfeccionista esconde por trás de si a marca dos filhos únicos que somente sabem visar o lucro para si.

O individualista só pensa em si. As suas frases são sempre proferidas no singular! Não sabe ser plural. O egocêntrico vive prioritariamente para si, sendo insensível às questões dos outros. O perfeccionista esconde em suas ações a participação dos demais. O holofote tem que ser para ele. E o ambicioso nunca sabe partilhar. Termina em processos de escolhas a “ilha chamada derrota”!


Fonte: Apesar de tudo a amizade deve prevalecer aos arroubos de uma juventude presente

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