Cidoca anunciou o TORÉ caso foi imposto

Ida do PROS para o MDB de RL não foi tão fácil quanto se pensa.

Alexandre Toledo mais uma vez perdeu o parto. Demorou demais a usar Collor como fórceps e perdeu a primeira das batalhas desta eleição. A segunda será nas urnas.

27/09/2020 por Por Raul Rodrigues

A ida do Partido Republicano da Ordem Social – PROS – comandado em Penedo pelo ex-vereador Cidoca, não fo0i tão simples e calma como se comenta nos points políticos em Penedo.

Na verdade teve duas faces multifacetadas entre Cidoca, o grupo Toledo e o senador Collor. Mas as verdades estão aqui

O PROS em Penedo tem diretório e por isso diretoria ativa. Não estava, mas Cidoca ativou. Muito embora o deputado estadual Bruno Toledo esteja até hoje filiado ao partido, mas de certa forma e maneira sem os seus auspícios. Logo, tudo poderia acontecer, e aconteceu.

Cidoca formou o grupo de pré-candidatos, renovou o diretório, e começou o trabalho de contados com todos os pré-candidatos a prefeito. Não era pretensão do PROS ter candidato próprio. E nesta “via cruzes” peregrinou por entre Tico do Republicanos, PP de Ivana Toledo e o MDB de Ronaldo Lopes. Ouviu todas as propostas e fez as suas.

Enquanto isso, Cidoca e Nilson Ernesto trabalhavam com os seus pré-candidatos a livre escolha dentre eles sobre a quem apoiar. Três pré-candidatos escolhiam ao nome de Tico, um escolhia Ivana, e os demais optavam por Ronaldo Lopes. Mas tudo isto foi respeitado. Os números eram emblemáticos, mas democracia prevaleceu.

Tico ofereceu parceria caso o PROS lhe trouxesse um nome para vice dos Andrade, e em contrapartida fortaleceria o quadro de pré-candidatos a vereador. Mas tudo segundo a Ordem Superior do Republicanos e do próprio PROS com o Fundo Partidário. As conversas até fluíram, mas não com substanciosa definição. Quem depende de outrem não pode decidir sozinho.

Com Ivana – leia-se Alexandre – Ivana não decide nada, as coisas ficaram em perfeita ordem de banho-maria. O estrategista segundo a característica mor de médico parteiro deixou Cidoca sempre a ver navios por entre as conversas indefinidas. Outra característica de AT que adora comer arroz sem colher na lama. Não gosta de sujar as mãos como todos os mortais. O tempo urgiu e AT foi tentar a subordinação de Cidoca por intermédio do senador Fernando Collor. Modus operandi dos antigos USINEIROS! Cidoca tem decisões próprias e definiu juntamente com os demais pré-candidatos – 22 deles – que iriam então marchar com o MDB de Ronaldo Lopes. Nem Collor nem Bruno Toledo, o mais coerente de todos, conseguiram domar o decidido Cidoca.

Enfim: Cidoca, Nilson Ernesto e o PROS desembarcaram no MDB e o único dissidente foi parar como peso no PP.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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