Recordes de vendas sim. Promoções também.

Buscando entender recordes em vendas, entendi não o mesmo nas arrecadações.

É surpreendente a vertente das vendas. Promoções atraem clientes e estoques são esvaziados por conta dos menores preços. Outras áreas cresceram as suas vendas normalmente.

09/07/2020 por Por Raul Rodrigues

Instigado que fui pelo internauta para comentar o recorde em vendas do mês de maio/2020, fiz vasta pesquisa e deparei-me com duas realidades: a do recorde nas vendas, mas não das arrecadações. Explico.

As vendas se encaixaram no modelo delivery, a nova porta aberta para quem procurou saídas para os seus negócios. E a venda de vestimentas foi a recordista. Mas como se ninguém está saindo de casa? Mas os preços das promoções tronaram-se atrativos para quem pode e quis fazer “estoque” para o pós-pandemia. Aí a explicação para o recorde nas vendas nas roupas. Mas promoções reduzem margens de lucros, se comparados com os dias normais.

Bateram recordes também as famosas startups por serem da área das redes sociais e nesses tempos de isolamento social, as redes sociais foram a válvula de escape para todos. As vendas de aplicativos para TV – TV BOX e similares – bateram recordes inimagináveis. Atenderam ao “fique em casa” com lançamentos de filmes e séries aos milhares.

Outra área em crescente ascensão foi a de artigos para beleza. Até o bronzeado se transformou em negocio rentável para quem se dedicou a aprender ao uso dos raios solares – de graça – para embelezar as mulheres que não perdem tempo para tornarem-se mais atraentes para os seus namorados, noivos ou maridos, ou para a nova paquera.

As redes de Oi Food entrega de alimentos também bateram recordes juntamente com a rede de entregadores. Enfim, tudo que já transitava nas redes sociais ganharam força com a pandemia vindo a representar o grupo de recordistas deste momento.

Porém, nem todos os recordes de vendas representaram recordes de arrecadações.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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