Aglomerações aumentam contaminações

Com avanço da Covid na periferia, secretário não descarta fechamento de mercados

Já a Semtabes informou que a decisão do funcionamento ou fechamento das feiras ocorre de acordo com os decretos

05/06/2020 por Regina Carvalho

Com o crescimento do número de casos de Covid-19 nos bairros da periferia de Maceió, uma situação volta a preocupar gestores e profissionais de saúde. É que os mercados públicos ainda registram grande movimentação, uma rotina complicada de acompanhar e frear a proliferação do vírus.

Na coletiva online do último dia 2, questionado sobre a situação de risco nos mercados públicos, o secretário de Estado da Saúde Alexandre Ayres disse que dialoga com a Prefeitura de Maceió sobre o tema e não está descartado o fechamento desses estabelecimentos.

A Secretaria Municipal do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes) informou que a decisão do funcionamento ou fechamento das feiras ocorre de acordo com os decretos do governador e do prefeito depois de ouvidas as autoridades de saúde.

"Já foram implantadas medidas que vão desde campanhas de prevenção nas feiras regulares, desinfecção periódica, fiscalização intensiva, distribuição de banners informativos, ações de conscientização de proteção para permissionários, redução do horário de funcionamento, além do fechamento às segundas-feiras", destaca o diretor de Abastecimento da Semtabes, Jerson Santos.

Em abril, o açougueiro Claudio Mandu da Silva, de 48 anos, que trabalhava no Mercado da Produção, na Levada, morreu após ser infectado pelo novo coronavírus. O caso chegou a ser apontado como eventual crime de infração de medida sanitária preventiva.  


Fonte: gazetaweb.globo.com

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