Bolsonaro é um factoide

Enxergamos um pouco mais. Bolsonaro não passa do que descrevemos!

O que prometeu era uma vontade do eco do eleitor. Tudo o que prometeu, morreu.

03/05/2020 por Por Raul Rodrigues

Votei nele! Bolsonaro 2018. Acreditei nele! Bolsonaro 2018! A escolha parecia certa. Mas os tempos adversos nos mostrou que a escolha de um presidente não pode ser pelos rastros da luta contra a corrupção, pelo combate ao crime e à violência que assolou ao Brasil. Trem que ser por muito mais.

Primeiro, porque os tempos vindouros podem ser diferentes. E o ano de 2020 está sendo. A crise mundial provocada pelo Coronavírus não pode ser avistada pelos pobres mortais. Afetou ao mundo. Até aí compreensível que Bolsonaro não tenha a menor experiência para lidar com a área médica. O mundo médico está de joelhos diante dos fatos.

Mas ante as estatísticas previstas pela curva de crescimento de infectados e mortos, ele foi e está sendo um desastre. Resolveu enfrentar ao ministro que estava falando a linguagem do povo e buscando conscientizar que quanto mais contato mais mortes e infectados por conta da ameaça inevitável à economia. A economia mundial está genuflexa. E não seria diferente no Brasil.

Derrubou Mandetta em nome de ligações partidárias e políticas, e a coisa ficou feia. Saímos das taxas toleráveis para o recorde mundial. Desobedeceu a ordem da ciência. Morreram muitos brasileiros que poderiam ter morrido do mesmo jeito, mas sem o acinte feito por Bolsonaro indo às ruas como se nada existisse no país. O Covid-19 está e continua matando a quem acreditou ser imune. Foram dezenas de atos irresponsáveis.

Depois derrubou Moro! Mais uma vez alegando conjecturas políticas por trás do ministro da justiça e da segurança nacional. E o pior, não assumiu que também tentou por trás de “interferências na PF” proteger aos seus pimpolhos, que sob a luz das denúncias podem ser todos inocentes ou todos culpados. Somente as investigações e apurações podem dizer a qualificação de todos. Quem é inocente não teme a investigação!

E por último, depois de derrubar as suas próprias convicções – se é que as tinha – virou figura decorativa da Corte do Centrão. A maior cadeia de corrupção já existente no país e dita como a maior corrupção do mundo.

Não combateu a violência, parece-nos até pertencer a ela, caiu diante da corrupção para se manter no cargo, e por fim, diz uma coisa nas ruas, desdiz mais tarde ou no outro dia, e desdenha das suas próprias frases de feito: “Sou Messias, mas não faço milagres”! Referindo-se ao número de mortos provocados pela sua “gripezinha”!

Bolsonaro, NUNCA MAIS!

Leia sobre a nossa antevisão: 

http://correiodopovo-al.com.br/index.php/noticia/2020/04/22/quantos-presidentes-governam-ao-pais-atualmente-tres


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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