Em todas as classes existem errados e certos.

Muitas explicações para uma praga como as do Egito de Ramisés II. Covid 19.

LGBTS despudorados e desrespeitosos existem, mas não colocamos a regra para todos. Temos os que se comportam e que merecem o respeito de todos. Assim como algumas "famílias" não servem de exemplo.

20/03/2020 por Por Raul Rodrigues

Não posso afirmar nada como tese de uma informação comprovada. Aliás, a fé é algo do indivíduo. Indivíduo significa etimologicamente de individual. Único. Ímpar e sem par.

Mas nos tempo do Egito enquanto uma espécie de Comando do Mundo, Ciências e Sabedoria, Religião e Exército, foram os pilares de uma forma para se conquistar a “obediência” dos de baixo – menores em hierarquia –. O Faraó Ramisés II preferiu enfrentar a Moisés que pregava pela soltura e fim da escravidão dos hebreus que viviam sob total e absoluto julgo do Faraó e/ou da força do seu Exército, e quando inteligentes pela poderosa demonstração das Ciências ou da Religião. E quando desafiado pela união de todas as suas forças, foi que o levou ao enfrentamento contra Moisés que pregava em nome do Deus de Abraão.

Desobediência total, e as duras pragas anunciadas vieram uma por uma até a morte do seu primogênito. Gafanhotos, nuvem negra, sangue nas águas do rio Nilo, transformação do bastão em cobra, e o coração do Faraó somente endurecia. Até a morte de todos os primogênitos incluindo o do próprio Faraó.

Hoje não temos uma emblemática comparação, mas a China é o país que muito polui ao meio ambiente e com uma superpopulação tronou-se uma potência produtiva em busca de poder e domínio. Os demais países – EUA domínio bélico, Itália centro do mundo religioso por Roma, a Europa sendo invadida pelos antigos expulsos daquela área, os de origem asiática, o Brasil como terra da perdição no Carnaval, e todos eles desafiando às regras de Deus. A maior população escravizada, o maior país bélico sempre mandando aos demais se conterem em avanços que ameace à sua soberania, a região europeia sob os olhares de assassinos em série e sem controle, e o Brasil desfilando durante o Carnaval, há tempos descrevendo, que Jesus é gay, que o Demônio arrasta Jesus pelo chão diante de câmeras que levam tais imagens pelo mundo a fora.

Depois dos julgamentos de Nuremberg e de Tóquio após a Segunda Guerra Mundial, e os feitos pelos chefes de estados que quebraram o respeito pela crença em Deus, os prenúncios de tsunami, terremotos, maremotos e erupções, e ameaças por meteoros, quem sabe Sodoma e Gomorra com suas corrupções e prostituições juntando-se a tudo isso não nos traga a pergunta: se a humanidade caminha para um mundo laico (toda religião está certa), para um domínio de referências de LGBTs – incluam-se aqui os agressivos, exagerados e que agridem a sociedade em geral com seus comportamentos desrespeitosos e despudorados mantendo-se o respeito aos tradicionais ou não, mas que se mantenha dentro das regras da razoabilidade –, que não pregue um fim das famílias tradicionais – segundo os olhos de Deus entre pai, mãe e filhos ou filhas – quem sabe a preservação da espécie não esteja sendo anunciada pelo Covid 19?

As grandes aglomerações atuais têm como referenciais figuras bilionárias em suas profissões – em toda regra têm exceções – mas as que ferem o comportamento dos bons costumes, os que pregam e praticam casamentos entre consanguíneos em todos os níveis – pais e filhas, avós e netas – e que desobedecem às regras básicas da Lei de Deus, amai-vos uns aos outros como vos amei; não roubarás, respeitarás e honrarás a pai e mãe, não matarás, não trairás à sua esposa, não levantarás falso testemunho, - as Fake News –. Não obedecer as Leis de Deus parece ter sido o maior desafio do homem atual. Sem acusações ou culpas, mas estaremos sim, vivendo uma renovação da espécie julgada pelas vias diretas e indiretas das culpas de cada um. A desobediência!
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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