EDITORIAL

O que é mais fácil, transgredir ou seguir as leis vigentes?

Combater a corrupção é um ato de coragem, de ação contínua, promovendo por meio dos escritos a única base de dados de consciência do leitor, as informações precisas e fundamentadas. A esperança não deve morrer nunca!

17/03/2020 por Por Redação

É regra geral nos tempos atuais vermos os membros da classe política envolvidos em encrencas com a justiça e sempre se dizendo “inocentes”. Alegam ser humanamente impossível se comportarem sem ferirem as leis no Brasil. Em parte até há quem concorde com tal opinião. No país é dito termos muitas leis, quase duzentas mil entre artigos incisos e parágrafos que cercam a todo e qualquer cidadão.

Mas a maioria esmagadora dos cidadãos não vive às turras com a lei. Somente a classe política está envolta em uma grande leva de crimes tipificados para as suas ações. Improbidade administrativa, formação de quadrilha, peculato e por vai. E todas às vezes as provas são robustas e cabais, mas as “brechas na lei” lhes permite escapar das condenações passiveis e possíveis, quase sempre pedidas pelos senhores membros do Ministério Público. Sejam eles estaduais ou federais. O certo e comprovado é que a classe política termina por escapar das condenações.

Se a base de análise é o histórico acima descrito nos dois parágrafos, fica patente que se as leis são oriundas da classe política – parlamento – nos parecendedo ser de caso pensado que as tais “brechas da lei” venham sempre a beneficiarem aos “investigados, réus ou condenados de colarinho branco”.

Já para os pobres narradores dos fatos políticos, restam-lhes as denúncias de corruptos, ativos diretos da improbidade administrativa, do peculato, da formação de quadrilha, e das fartas, robustas e comprovadas provas documentais e físicas do enriquecimento ilícito, sempre no uso de terceiros como “laranjas” desfilando como novos pobres-ricos.

São filas de casas, de terrenos, de bens móveis e viagens ao exterior com toda a família, ou nas festas de época com toda a equipe de governo. Isto como Modus Oprenadi de políticos de mandato ou dos ex, os sem mandatos, por enquanto, pois se encontram na fila de espera para assumirem os postos se a população não lhes der um basta de CORRUPÇÃO!


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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