Entre afetados deve escapar a maioria

A roda gigante da economia não pode parar, mas alguém termina moído.

Sabemos que preços das consultas médicas estão defasadas. Mas pergunte aos médicos se eles preferem ficar de fora dos planos? O sacrifício tem que ser todos, afinal crises passam.

11/02/2020 por Por Raul Rodrigues
Prof. Raul Rodrigues

Os planos de saúde no Brasil vivem momentos de grande apreensão por conta da redução no número de conveniados tudo isso em função do desemprego se alastrou no país durante e ao fim gos governos do PT/MDB.

A casa dos quase 1uinze milhões de desempregados levou à rede de planos de saúde a sofrerem baixas significativas, principalmente entre os mais jovens, adultos entre meia idade, demitidos – panos empresariais – e que não puderam migrar para planos individuais. As perdas foram significativas.

Entendendo que com a redução dos números de conveniados e que os atendimentos teriam que continuar a contento e dentro das regras previstas em lei e dentro das propostas dos próprios planos, os reajustes também passaram por um acréscimo maior que os anteriormente à crise. Isto também sacrificou aos que eram conveniados e que não conseguiram suportar os aumentos consideráveis dos planos para poderem manter seus serviços oferecidos.

Portanto, dentro do campo da economia é preciso que todas as partes envolvidas entendam que em tempos de crise todos sofrem. Quem sai por perder a tranquilidade garantida pelos planos, quem fica por ter um aumento a maior, porém compreensível na marcha dos números de receitas e despesas, e dos próprios planos que carregam aumentos de material de consumo, por vezes em Dólar, e nas remunerações da classe médica e técnica que faz funcionar os atendimentos e procedimentos.

Se para os planos as reclamações chegam, os planos devem buscar parcerias com mídias eficazes e responsáveis, para tornarem públicas as situações de todo o contexto.


 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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