Ovo da Madrugada diminuiu de público

Resumo do Ovo da Madrugada: do público às aparições de foliões e políticos!

Não se pode apontar erros as falhas, pois os organizadores saberão ou já sabem onde erraram. O público foi a menor.

09/02/2020 por Por Raul Rodrigues
até na varanda do HSF sobrou espaço.

A matéria bem que poderia ser extensa, mas não precisa. Os fatos falam por si. E as fotos também.

De Público: uma das menores edições em número de camisas vendidas, patrocínios estampados – valores altos – e a falta da corda de isolamento o que diferencia quem compra a camisa da pipoca. Não que a pipoca não deva existir, mas todos sabem ao que nos referimos. Dai a César o que é de César!

Foliões: a alegria é sazonal; depende do momento que cada um esteja a viver. Alegria demais não é normal, transpira à necessidade de marcar euforia, tristeza demasiada também não combina com a festa de abertura do carnaval. Já maioria que curtia o som das orquestras e se manifestava com o ar natural do evento mostrou que o Carnaval não morre em tempo algum.

Políticos: foi u momento para se enxergar quem está de pé ou que pensa está. O encontro dos políticos de maneira sociável é o esperado pelos sem ciúmes; já a chegada de renomados políticos próximos aos que ingressam na política neste pleito significa a tentativa de ofuscar o brilho do outro. Mas em alguns casos é bom que se entenda que quem chegar perto foi o “grande” para não deixar o pequenino brilhar sozinho. Tudo na vida cansa, até a liderança da borracha ou elástico, um dia dá “calor de figo”!

Análise final: patrocínios muito caros, sem a corda de isolamento e segurança, não tem sentido se comprar camisas, e em números gerais, foi a menor edição do Ovo.

 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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