Aliados se acham donos do candidato

O preço que se paga em campanhas eleitorais.

PROCURAÇÃO sempre foi de cliente para advogado. Agora tentam inverter os papéis.

01/02/2020 por Por Raul Rodrigues
Pensamento expresso do redator-chefe.

As campanhas políticas antigamente dividiam as populações entre duas alas da política local. A governista – UDN, ARENA, PDS, PFL e por aí se vai – e a ala oposicionista – MDB, PTB, PDT – que foram perdendo as suas identidades com a chegada de algumas asquerosas figuras desses partidos citados como governistas.

Á época a UDN representava os mais conservadores da direita que até apoiaram aos governos militares. E o PTB de Getúlio Vargas que deu origem a outras alas com Ulisses Guimarães e Leonel Brizola. respectivamente MDB e PDT.

As campanhas se sucediam com claras divergências políticas. Os encontros das personalidades políticas apenas aconteciam em meios sociais e civilizadamente. Ainda não haviam os “infiltrados” – espécie nociva à boa conduta das divisões políticas. 

Depois da modernidade em meio aos políticos de baixo nível democrático, plantaram-se então nas campanhas adversárias as marcantes presenças dos “suspeitos” admiradores de última hora. Aqueles notáveis figurões que já percorreram quase todas as Casas Políticas – comitês e campanhas – aparecendo como sendo os novos adversários dos seus ex-patrões. Aí tem cheiro de traição.

Assim sendo, assim defino alguns fatos que têm poder de destruição – IMPLOSÕES PROPOSITAIS – de grupos de antigos aliados ou de novos concorrentes nas disputas dos cargos eletivos. São os definidos Educadamente como “ESPIÕES” que têm por missão ouvir e levar informações puros-sangues ou trazer DESINFORMAÇÃO que desvie o foco das assertivas dos senhores candidatos considerados e enxergados como adversários.

A quem se presta a tal papel, o descredito do meio político. A quem é atingido pelas ações NAZISTAS, o direto direito de afastar de si os também conhecidos “morcegos negros” – aviões não perceptíveis aos radares – de quem está tão envolto aos projetos eleitorais honrados e para o povo, que somente percebem a má companhia depois da bomba deflagrada.

Mas, “quem não tem colírio usa óculos escuros”!

Regra da boa política: não se ataca à honra das pessoas; informam-se os fatos gerados pelos seres políticos!

 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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