Os milhões de Reais "perdidos"!

Dois anos depois da Saúde, Educação vira alvo da PF em Alagoas

Segundo as informações da PF, no dia da operação, essas transações teriam consumido, de 2010 a 2016, R$ 237 milhões, dos quais R$ 172 milhões do SUS.

10/09/2019 por Ricardo Mota

Há uma expectativa de que a investigação de hoje da PF não traga grandes consequências para gestores e operadores, independentemente da qualidade e qualificação dos integrantes da mais preparada instituição policial do Brasil.

Um avanço de muitos anos, principalmente depois que a PF deixou de sofrer a intervenção política de longas datas – e que assim continue.

No governo Renan Filho, por exemplo, a Secretaria de Educação é segunda pasta a ser alvo de operações da Polícia Federal, em parceria com a CGU.

A primeira aconteceu em agosto de 2017, na Saúde – Operação Correlatos -, onde a Controladoria-Geral da União teria detectado fraudes milionárias na compra fracionada de materiais e serviços hospitalares e laboratoriais nos anos de 2015 e 2016.

Um esquema que burlaria a Lei de Licitações, com as aquisições de insumos e medicamentos feitas até o valor de R$ 8 mil (o que dispensa a licitação).

Aliás, segundo as informações da PF, no dia da operação, essas transações teriam consumido, de 2010 a 2016, R$ 237 milhões, dos quais R$ 172 milhões do SUS.


Fonte: tnh1

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