Denúncias são gravíssimas

Audiência Pública do Diploma Falso apresenta fatos incontestáveis!

Pessoas que fizeram uso da palavra cobraram a abertura de CPI na ALE, investigação pela Polícia Federal e o fim das ofertas de tais crimes contra as pessoas.

09/08/2019 por Por Raul Rodrigues

A Audiência Pública que trata da expedição de “diplomas falsos” – na verdade sem registros –, mas que impede que os seus portadores exerçam as suas funções segundo as suas habilidades e competências respaldadas pelo conhecimento adquirido pelas transferências dos conteúdos didáticos pedagógicos, via faculdades contratadas pelos alunos e alunas que foram lesados pelo golpe dos falsos profissionais da educação, por meio de aulas presenciais aos finais de semana, pelo método de sistema denominado À Distância, terminou por esclarecer aos presentes à Casa de Aposentadoria em Penedo-AL, de forma contundente e incontestável a realidade de sonhos destruídos financeiramente e emocionalmente, além de todo o desgaste imposto às famílias de quem estudou enganado ou enganada.

Presidida pelo deputado estadual Marcelo Beltrão, cuja mesa diretiva dos trabalhos contou ainda com as presenças dos deputados estaduais Cabo Bebeto e Davi Maia, da deputada estadual Jó Pereira, de dois Reitores da Uneal, da presidente da OAB seccional de Penedo, do Procurador Geral de Justiça do Estado, Promotor Alfredo Gaspar de Mendonça, da Procuradora-Chefe do Ministério Público Federal em Alagoas, Niedja Kaspari, representantes da educação no estado, defensor público entre outros, a Audiência Pública levou ao conhecimento do público presente – advogados de alunos lesados – alunos e alunas enganados, além das pessoas interessadas um volume de denúncias fundamentadas e comprovadas por meio de documentos que deixaram estarrecidas e perplexas a todos os presentes.

A grande maioria das denúncias se dirigiu de maneira contundente aos nomes do senhor Gedalias Pereira, atualmente respondendo a vários procedimentos na justiça de Pernambuco, e ao Professor Evanilson que foi partícipe nas faculdades do mentor intelectual, Gedalias Pereira, inclusive em Penedo-AL, sede da audiência.

Também foi citado por alunas e alunos, o senhor Carlos da Educação, que foi Coordenador em alguns Polos das faculdades do senhor Gedalias Pereira, de quem se afastou ao perceber “erros” que geraram conflitos à época que levaram a procedimentos na 7ª Delegacia Regional de Penedo, fatos apurados pelo Jo9rnal Correio do Povo de Alagoas na época, sendo depois determinado pela Justiça Trabalhista sediada em Penedo, uma condenação ao senhor Gedalias Pereira em favor de Carlos da Educação, comprovando a conduta reta deste, para a época.

Carlos da Educação também foi acusado de praticar atos que terminaram por prejudicar a alunas e alunos em outro momento por meio de diplomas não registrados ao atuar em nome de outras faculdades durante um período anterior à aquisição de uma faculdade de sua propriedade – ISEPRO – totalmente regularizada ante ao Ministério da Educação e cultura pela qual oferece reparação para quem esteja com problemas em seus diplomas sem registros. E esta é uma realidade exequível por se tratar de possibilidade real.

Dentre as falas de alunas e alunos, e das pessoas inscritas para falarem, podemos concluir que o problema tem sim grandes e enormes ilhas de pessoas lesadas que buscam a sua recuperação financeira, de danos morais e emocionais, no que dentro da visão do ocorrido em Pernambuco, dificilmente tais prejuízos serão reparados por se tratar de um golpe de difícil acesso aos seus praticantes em cujos nomes não se conseguem obter bens para ações judiciais que visem se extrair valores que venham a compensar aos afetados pelo golpe do diploma falso.

Carlos da Educação se apresentou como detentor de meios para direcionar os meios na busca da legalização dos diplomas de quem assim desejar tanto por meio da sua faculdade, quanto por convênios com outras Universidades ou Faculdades que detenham do Ministério da Educação e Cultura – MEC – as devidas autorizações para chancelar os diplomas das pessoas lesadas, mediante reingresso das mesmas nestas Universidades ou Faculdades para cumprirem a complementação dos seus conteúdos pedagógicos e correspondente carga horária pertinente a cada curso.

Esta narrativa é baseadqa nos fatos da audiência no período da tarde quando estive presente aos fatos.

Estaremos incluindo adendo ao texto com descrição da parte da manhão - abertura da audiência - após assistirmos a vídeo do não estive presente. Aguardem.


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: audiência pública do diploma falso apresenta fatos incontestáveis!

Galeria de fotos