Descontrolados agridem a alvos errados.

Nem todos sabem passar por crises. Perdem a calma e agridem pessoas por projeção!

As honrarias de quem se acha rico mesmo depois de falido, inflam o ego. Mas inteligentes não servem de ar comprimido.

06/08/2019 por Por Raul Rodrigues

Ninguém conhece a ninguém sem viver juntos, sem viajar juntos ou sem encontrar as pessoas a viverem em crises. Ricos não aceitam as perdas naturais das suas posses. Emergir – subir de classe social é fácil – perder o padrão reconhecidamente pelas circunstâncias abertas ao público --- falência – torna algumas pessoas agressivas e descontroladas.

E nos momentos nos quais perde a calma e atinge ao descontrole, a primeira coisa que faz é usar a projeção – termo psicológico – ao agredir a terceiros que nada têm a ver com as causas do problema do afetado pela crise. Isto se chama projeção! Não posso brigar com o meu superior, brigo então com o meu subordinado.

Mas nem sempre a pessoa está diante de um subordinado.

Nestes casos o afetado pela crise busca honrar o seu passado – atualmente à beira da falência – como se ainda fosse o PATRÃO! Patrão de quem? Falido não tem funcionário, servidor nem empregado.

Falido é falido!

E no sistema russo a consciência do empresário falido sempre o deixa abastado, em detrimento da pobreza imposta aos seus colaboradores da sua riqueza. Pessoalmente empresários sempre continuam “ricos”. Mesmo que para isso os seus antigos empregados não recebam os seus Fundos de Garantias nem as Contribuições do INSS.

Fenômenos dessa natureza aconteceram muito na antiga União Soviética.


 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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