Quem pensa proteger gera atrofiados

A bondade e a Justeza se parecem, mas uma atrofia, e a outra torna todos iguais!

A sociedade tem regras duras com o uso da justiça para todos.

25/06/2019 por Por Raul Rodrigues

Às vezes pais e mães pensam que a bondade qualifica aos filhos para o futuro como seres capazes de vencerem desafios e obstáculos. A bondade no sentido de dar condições além do razoável. E neste caso a bondade atrofia o desenvolvimento do filho ou filha na busca do seu espaço como futuro adulto. O mundo não trata a adultos como adolescentes.

Já quando os pais usam do padrão da justeza entre os filhos – igual para todos – este ensinamento há de gerar em seus próprios filhos a arte de não agir de maneira diferente com os demais. Todos são iguais diante da justiça e do que deve ser justo.

A bondade faz um pai ou uma mãe perdoar um erro grave de um filho tornando-o um repetidor de erros à espera do novo perdão. E nem sempre quem irá julgar será o pai ou a mãe. O mundo substitui aos pais tão a idade adulta chegue e as regras da sociedade e dos homens se aproximem desses filhos ou filhas.

Portanto, a diferença entre a bondade e a justeza pode gerar atrofiados para um futuro negro daqueles que não aprenderam que erros trazem punições. Nem que sejam as punições do destino.

E quem aprende o que é certo e justo não serve de massa de manobra para ninguém!
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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