Quem sabe Toledo aceite ser vice?

A chapa do imaginário do “Lunario Perpétuo”!

Dentro da lógica e do imaginário humano a política pode seguir na mesmice.

13/03/2019 por Por Raul Rodrigues

O Lunario perpétuo é o nome pelo qual ficou mais conhecido um almanaque ilustrado com xilogravuras composto por Jerónimo Cortés e publicado em Valência em 1594, e reeditado inúmeras vezes ao longo de séculos, mas nós estamos em 2019. Quatrocentos e vinte e cinco anos depois. É muita história para que a previsão se concretize.

Em política tudo é possível dentro do visto como impossível. O impossível é apenas um pequeno obstáculo. Zé Machado preferiu ser vice de Zé Alves a continuar amigo dos Andrade cuja amizade e união política durava décadas. E foi fator decisivo para a vitória da chapa dos Zés. Vitória dos Zés com a derrota de Penedo.

Se Alita tivesse vencido as eleições de 88, Penedo viveria o alinhamento dos astros, Presidente da república, Governador de Alagoas e Prefeita de Penedo dentro de uma mesma sala de reuniões.

Já a união de Tico Guerra como parte da chapa de Alexandre Toledo é uma visão do Lunario Perpétuo. Um almanaque ilustrado de quem não vê nem enxerga política.

Alexandre ainda se sente forte candidato a prefeito. Tico não se vê vice de Toledo, e por decisão de foro íntimo, é pré-candidato a prefeito!

Se Toledo não aceita ser vice, quem dele se aproximar terá por missão ser parte do lado da mesa.

 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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