Pesquisa escondida é sinal ruim

Repercussão de derrotas avisa aos velhos políticos: os tempos mudaram.

Quando o resultado avilta à realidade, se esconde o resultado.

03/02/2019 por Por Raul Rodrigues

A impressão repassada pelas derrotas das velhas raposas da política do último final de semana no Brasil mostra que os novos políticos estão antenados com o que é dito pelas redes sociais – vozes das ruas – e na busca de sintonia com o governo federal que se mantém aos olhos do povo como esperança para livrar o país da corrupção generalizada.

E isto tende a se manter para as eleições municipais de 2020 como forma recorrente dos eleitores ao se basearem nos resultados das mudanças.

O Governo Bolsonaro só tem pouco mais de trinta dias de empossado e de trabalho. Mas as ruas repercutem as assertivas do presidente Bolsonaro e do ministro da justiça Sergio Moro como a saída do Brasil da crise moral, financeira e das famílias ante aos atos de agressão aos bons costumes de uma sociedade.

Esse mesmo povo vai estar convocado para votar novamente em outubro de 2020 para prefeitos e vereadores, e não acreditamos que venhamos a ter um retrocesso do processo engrenado em 2018.

O povo quer o novo, e o novo escolhido e enxergado por ele.

Não vão adiantar as manobras de pesquisas com omissão de nomes – caso da última pesquisa de consumo interno – que nunca foi divulgada por ser induzida ao erro, pelo erro e por fim destoante de uma verdade.

Quem contratou nem sequer teve a coragem de divulgar. Isso é muito ruim.


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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