Imigrantes ainda tinham profissões definidas

Um pouco da história do Brasil; Escravidão, Imigrantes e MST a evolução agrária.

Nas localidades dos imigrantes até Universidades foram criadas por eles próprios.

25/12/2018 por Por Raul Rodrigues

O Brasil enquanto país “descoberto” passou por várias modalidades de “reforma agrária” sendo ainda hoje algo questionável por fundamentação e carências de da forma de como se lidar com o ocupante das terras, como se fazer produzir e como transformar o homem do campo em brasileiro próspero camponês.

Depois do “descobrimento” – colonização – a escravidão foi o fomento da mão de obra para os grandes latifundiários, a espécie de manutenção dos “empregados” como eternos empregados. Ricos eram ricos, pobres eram pobres. Segregação socioeconômica.

Com o fim da escravidão, a mão de obra que enriqueceu aos grandes Barões, foi dispensada sem qualquer tipo de indenização, jogando a todos os negros ao descaso e abandono social, gerando as grandes favelas nas grandes cidades, Rio de Janeiro sendo o maior exemplo, e Salvador uma anomalia a esse desfecho por ter na raça ocupante daquele estado a negritude como padrão. Já nas demais grandes cidades, as favelas foram e ainda são o maior residencial dos negros. Abandonados a todo caso, oram praticamente dizimados ante as leis que somente beneficiavam à maioria branca. Todo bandido era negro, todo ladrão era negro, todo desempregado era negro.  Foi o praticamente a extinção dos escravos.

Com a chegada ados imigrantes para substituírem aos escravos, terras foram “doadas” pelo governo federal com a contrapartida de serem pagas ao longo dos próximos sete/oito anos, por meio da venda da produção agrícola, ou pela compra da safra pelo próprio governo. Sistema utilizado até hoje por meio de órgãos tipo a CONAB.

Atualmente incorre-se no erro Crasso de tentar se fazer a reforma agrária dando-se lotes de terras ao Movimento dos Sem Terra – MST – ampliando-se para os mesmos com doação de tratores e máquinas agrícolas a fundo perdido quando comprovadamente, tempos depois os mesmos vendem o lotes ou abandonam voltando a invadirem terras em outras localidades. Claro que deixamos fora desse contexto os que recebem seus lotes e ali continuam produzindo grãos que alimentam os homens e mulheres das cidades.

Mas o resumo contextualizado em sua grande maioria cabe neste relato resumido.

 


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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