A perda de influencia da igreja

A perda da superautoridade da igreja nos tempos atuais

A perda de poder de influencia da igreja nada tem a ver com a fé.

25/12/2018 por Por Raul Rodrigues
Rainha Elizabeth da Inglaterra

Há algumas décadas atrás uma das maiores autoridades de uma cidade era o Bispo, se sede de Diocese, o Padre quando não havia Diocese, e nas grandes cidades – capitais – o Arcebispo que sempre serviram de uma espécie de conselheiro quando de grandes controvérsias nas cidades.

A figura do Bispo ou do Padre por serem mais comuns às pequenas e médias cidades era tão proeminente que os convites para grandes celebrações eram redigidos como base no: autoridades civis, militares e eclesiásticas. De Clero.

Com o passar dos tempos e a chegada das novas interpretações das Leis – Fóruns – autoridades da Polícia militares e da Polícia Civil, cada qual ocupando a sua função, o poder moderador do conselheiro – Padre, Bispo e Arcebispo – foi diminuindo em presença e de poder influenciador deixando para as autoridades citadas nesse paragrafo tais decisões.

E olhando-se para séculos passados o poder da igreja era tamanho que Reis e Imperadores mantinham eternas parcerias com os membros da igreja chegando a obedecê-los e não contrariá-los por medo das pragas ou rebelião dos povos contra a autoridade do Rei ou do Imperador.

Os reis da Inglaterra, da França, da Espanha, Portugal, sempre foram exemplos de obediência aos Papas, e, por conseguinte aliados de Cardeais, Arcebispos e Bispos.

Assim nos conta a história universal. Apesar dos tempos modernos terem mudado tal hegemonia da igreja, mesmo assim a igreja por meio das suas autoridades ainda mantém poder entre os povos.


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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