Rafael Tores um amigo que se vai

Rafael Torres; a perda de um amigo, o fim de um líder mesmo que questionado.

Mesmo que o empo de convício tenha sido pequeno, a intensidade do do convívio supera o tempo.

30/11/2018 por Por Raul Rodrigues

Conheci Rafael Torres por meio do amigo Alcides Andrade Neto – Cidoca – em plena campanha de Cidoca para deputado estadual em 2014. Trocamos algumas palavras e em questão de minutos identificamos as mesmas opiniões sobre Alcides Andrade Neto. 

Passamos então a manter contato durante a campanha quando então pude conhecer o ex-prefeito de Rio Largo, o ex-presidente da AMA, e o ser humano Rafael Torres. Alguém com brilho constante nos olhos, alegre por natureza e esperançoso por acreditar no futuro. Assim definiria Torres.

Enquanto político, um homem público questionável por ações que se dividem entre um ser preocupado com o próximo sem esquecer-se dos seus próprios esforços para ajudar aos mais carentes. Frio e calculista como todo político deve ser. O povo também não é menos que isso. Na política a liderança depende do que o povo recebe, e ninguém admira a quem nada tem.

Dentro da “jurisprudência” política Rafael pode servir de refletir a imagem de todos os políticos da safra que hora vive dias caça as bruxas. Os que foram pegos estão pagando pelos seus erros. Os que ainda não foram dificilmente escaparão nas futuras ações da justiça ou do eleitor. Logo, Rafael Torres foi e é exatamente igual à classe política da sua época. Costumo dizer que nela não existem inocentes.

Prefiro lembrar o amigo simpático e sempre ativo, alegre e tranquilo ante aos desafios de campanhas que enfrentou.


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

Tags: rafael torres; a perda de um amigo - o fim de um líder mesmo que questionado.