Március e os arqueiros

As dúbias aparições sobre aclamação na CVP

Beltrão prefeito fez Beltrão deputado deixando aliados feridos e "adversários" sorrindo.

05/11/2018 por Por Raul Rodrigues

Claro que depois de passadas as primeiras aparições das explicações sobre a estratégia da aclamação da nova mesa diretora da CVP, as verdades aparecem. E ela é única e não plural.

Március Beltrão estava por trás de todo engodo ciente de que os “cinco mosqueteiros” não poderiam abrir fogo contra a sua Majestade – que não é o Sabiá – de Roberta Miranda.

Beltrão submergiu logo após a eleição do seu irmão Marcelo Beltrão para deputado estadual, e se permitiu “aceitar” os nãos recebidos de quem não apoiou a Marcelo. Na política regra é clara e única: ajoelhou tem rezar!

Quem não ajoelhou fica entre as “vítimas” ou feras feridas – que não é de Roberto Carlos – para que o fogo amigo venha a ser confundido com as balas do inimigo. Mas o inimigo não tem posse nem porte de arma. Logo, os tiros dados foram da Casa Mata.

Beltrão atingiu seu intento, elegeu Marcelo, deixou brasas pelos caminhos da volta de quem foi às urnas não votou no irmão, e para ser identificado como o caçador feriu a gregos e troianos. Aos gregos deixou as feridas, aos troianos enviou mertiolate indolor. Claro que pelo túnel entre a prefeitura e o convento.

Na forca somente ficaram apenas os gregos. 
 


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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