Guerra pelo poder?

De quantas mortes as vivem eleições presidenciais no Brasil?

De Getúlio Vargas a Eduardo Campos, e, à facada em Bolsonaro eleições deixam rastros de sangue.

22/09/2018 por Por Raul Rodrigues

Desde o suicídio de Getúlio Vargas em 1954 que a eleição para presidente da república vem se cercando de mortes estranhas – ou assassinatos – tendo como sequência o “acidente” com Castelo Branco, presidente da república, a morte de Juscelino Kubitscheck em acidente automobilístico, sempre questionado por Celso Brant, por vezes também candidato a presidente da república nos anos 90, alguns ministros de estado em plena campanha, até Eduardo Campos em 2014 em acidente aéreo concluso, mas questionável. Neste ano a facada em Jair Bolsonaro é o mais atual exemplo.

Mas, em análise mais profunda um somatório das mortes que cercam a participação do PT desde a eleição presidencial cujas investigações apontam a morte do ex-prefeito de São Bernardo dos Campos em São Paulo, Celso Daniel, e que segundo uma linha de investigação leva ao raciocínio da participação política no caso, oito pessoas envolvidas diretamente no assassinato foram mortas como queima de arquivo.

São elas: 1) Celso Daniel: prefeito. Assassinado em janeiro de 2002. 2) Antônio Palácio de Oliveira: garçom. Assassinado em fevereiro de 2003. 3) Paulo Henrique Brito: testemunha da morte do garçom. Assassinado em março de 2003. 4) Iran Moraes Rédua: reconheceu o corpo de Daniel. Assassinado em dezembro de 2003. 5) Dionízio Severo: suposto elo entre quadrilha e Sombra. Assassinado em abril de 2002. 6) Sérgio Orelha: amigo de Severo. Assassinado em 2002. 7) Otávio Mercier: investigador que ligou para Severo. Morto em julho de 2003. 8) Carlos Delmonte Printes: legista encontrado morto em 12 de outubro de 2005.

Levando-se em conta a facada deflagrada no candidato Jair Bolsonaro somente o retirou temporariamente da campanha, evitando-se um mal maior – a morte de Bolsonaro – e que neste viés, concomitantemente se sequenciou a substituição do nome de Lula pelo de Daddad como candidato do PT, e que o crescimento de Haddad tem pontos naturais – a transferência dos votos de Lula para o candidato – mais a ausência de Bolsonaro na campanha por tratamento médico em função da facada, por que não se concluir que o único beneficiado foi e está sendo o PT?


Não quero me transformar em um Celso Brant, mas que é estranho é?

 


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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