Lei do Desarmamento

Quais as consequências de uma escolha errada de um parlamentar?

Quem desarmou homens e mulheres de bem tornou a todos e a todas as vítimas perfeitas para os bandidos.

12/09/2018 por Por Raul Rodrigues

Vivemos em um país cujo sistema político é dito presidencialista. Mas não somos. Somos de fato de um pseudo parlamentarismo. Quem de fato manda é o parlamento.

Isto significa que precisamos entender que nossas escolhas para vereadores, deputados estaduais e federais, e senadores nos cobra muita responsabilidade. Os parlamentares podem de forma unida intervir de maneira decisiva a favor do povo ou contra os interesses desse mesmo povo. As votações provam isso.

E os últimos exemplos que temos não são nada produtivos para o povo. Os impeachments de Collor e Dilma nos leva a dois patamares políticos de muita dor e sofrimento para o povo brasileiro. Collor sofreu impeachment sob o crivo de uso inadequado do cargo de presidente – corrupção – quando na verdade a apuração dos pelo Supremo Tribunal Federal concluiu que o grande escândalo não passou de um automóvel da marca Fiat modelo Elba ser encontrado em sua residência em Brasília conhecida como Casa da Dinda. Mas o parlamento – deputados federais e senadores – mantiveram o impeachment mesmo antes da apuração por parte do STF.

No caso mais recente, da ex-presidente Dilma Rousseff, a acusação basilar a motivação do impeachment foi o uso das pedaladas fiscais, fato gerador do impeachment. Tudo isto investigado, apurado e condenando a ex-presidente à perda do cargo. Mais um trauma para o povo brasileiro.

Já concernente à escolha de um senador como exemplo a ser analisado pelo povo alagoano, apontamos a introdução do projeto de lei de autoria do senador Renan Calheiros que desarmou a população de homens e mulheres de bem deixando a todos reféns dos bandidos que, após aprovação sansão e entrada em vigor da lei já matou em situações de perfeita vulnerabilidade centenas de milhares de pais e mães de famílias. Isto em se contabilizando todas as mortes registradas pelas secretarias de segurança do país, decorrentes de inocentes desarmados.

Escolher um mau parlamentar tem seu preço. E com histórico de prejudicial à população reeleger tais nomes é não é errar. É permanecer no erro.
 


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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