Por Radi Alec

A arte de escrever politica

Quem submete-se ao desafio da leitura diária de artigos, colunas politicas confronta-se com a ideia do autor e deixa o lado passivo de leitor para traz e faz seu juízo de valor

25/08/2018 por Radí Alec

Na arte de escrever política os fatos, o momento, a analogia e a criticidade são cruciais na definição da mensagem que se quer transmitir. Quem escreve sobre ela precisa ter mais que vontade, tem que ter “ OUSADIA ”.

No compromisso de entender as decisões tomadas na polis – cidade – ganha mais aquele que escreve, pois na labuta da escrita está a compreensão dos fatos, do quanto sejam as perspectivas possíveis, mas isto só é possível aquele que tem o olhar aguçado – escritor-observador. Tem que ser águia, estar no meio da tempestade, no confronto dos raios e saber o momento certo de subir além das nuvens sem perder o equilíbrio.

Escrever é um paradoxo. Ao manejador de letras e palavras não pode faltar a lascívia, a inquietação e a auto realização no que escreve, tudo isto dosado de muita moderação – até agua em excesso faz mal.

Quem submete-se ao desafio da leitura diária de artigos, colunas politicas confronta-se com a ideia do autor e deixa o lado passivo de leitor para traz e faz seu juízo de valor, com imparcialidade ou defendendo sua posição, partido, ideologia, etc. – vou chamar isso de evolução do pensamento (entenda-se com olhar crítico).

Quando o escritor é confrontado por seus leitores, está aí o cerne de seus escritos. Aquele não pode esquecer que estes precisam estar à altura de uma leitura com um mínimo de clareza, embora na política esta qualidade nem sempre esteja presente.

Pode o redator preocupado com seu leitor e para abrilhantar seu texto ajudar os amantes da boa leitura utilizar-se da “ analogia ”- forma de semelhança entre coisas ou fatos -, esta que no direito dá solução na resolução de conflitos quando da ausência de norma.

Na arte de escrever política a compreensão do passado – história – traz a tona a reprodução dos fatos no presente. Assim, este que vos escreve entende que na caminhada da escrita existe a placa PARE e é vermelha e obrigatória então por aqui eu fico.

Para o momento, Mario Quintana: “ Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. ”

Radí Rocha

Autor: Radí Alec Rocha da Silva     “ RADÍ ROCHA “
Nascido aos 05 de Novembro de 1994
Residente e domiciliado à rua Avenida São Luiz,13 Penedo-Al.
Atualmente cursa o 8º Período do Curso de Direito na Faculdade Cesmac do Agreste. Arapiraca-Al.

 


Fonte: correiodoppovo-al.com.br

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