publicidade

notícias

13.04.2018 - 14:13   por Por Raul Rodrigues

No tempo dos Reis os vassalos viviam ao tempo dos Reis e Pelos Reis. Ao povo eram dados os restos.

Quem espera pelos restos se igual aos ratos.

A humanidade caminhou por longos tempos sob o regime de Reis, Faraós e Monarcas gerando daí a obediência Ad Eternum aos servos que era repassada aos comuns pelos mais terríveis métodos de torturas como forma de exemplos serem seguidos pelo silêncio, opressão e o medo de se enfrentar aos poderosos. Moisés contrariou a Ramsés II, lutou bravamente contra o poderoso Faraó em defesa dos Hebreus, e com ajuda do Deus de Abraão libertou-os do cativeiro e da escravidão.

Muita literatura designa e denomina aos povos da plebe como sendo os ratos. E ratos roubam, escondem o que roubam e em companhia dos da mesma espécie tentam sobreviver nos buracos onde até se proliferam. Já a plebe vive em meio aos esgotos – falta de saneamento básico – em plena pobreza econômica e abandono social, sem as oportunidades de roubarem. E quando roubam logo são identificados por ostentarem qual emergente desprovido da cultura e educação, porém ofegante por mostrar à ascenção social.

Já os verdadeiros ratos, alguns até de qualidade genética modificada – os brancos – estes sim somente são pegos pelos crimes cometidos quando muito bem investigados, quando descobertas as suas mazelas noturnas – têm hábitos noturnos – e mesmo assim após comprovadas as suas ilicitudes, embrenham-se em um emaranhado de defesas – esconderijos subterrâneos – gerando uma grande dificuldade a serem alcançados pelas barbas dos seus caçadores, que ainda que robustamente carregados das provas deixadas pelos caminhos percorridos, tentam a última válvula de escape que é a contraprova ou contrarrazão. Isto na linguagem humana, ou barras dos tribunais.

Os ratos são fétidos nos quesitos da moral e da dignidade que muito se reveste em andar em bandos para não serem facilmente identificados. E quando são, lambuzam-se pelas cores do ambiente qual praticantes do fototropismo e mimetismo, este último próprio dos cameleões e lagartos, tipo papa-vento dentre outros usuários da camuflagem.

Mas quando pegos, são imediatamente ignorados pelos seus semelhantes ou comparsas como forma de se extinto, ainda assim deixarem seus seguidores para a posteridade.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: no tempo dos reis os vassalos viviam ao tempo dos reis e pelos reis. ao povo eram dados os restos.

comentários

deixe seu comentário

publicidade

facebook

@correiodopovoal

Correio do Povo Alagoas © 2012. Todos os direitos reservados