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06.02.2018 - 07:32   por Por Raul Rodrigues

CARNAVAL: antes um bom negócio nos clubes, hoje meganegócio pontuais.

Modismo fez extinguir antigas tradições.

lembranças da Philarmônica

As pequenas cidades que mantinham seus clubes sociais ativos e funcionais tiveram em décadas passadas no Carnaval um dos pontos altos de suas arrecadações. Eram os famosos bailes carnavalescos.

Exemplos disso a Philarmônica, o PTC, a Musical, o Nacional, e até a Pedra da Arara em Penedo. Em Maceió a Fênix com a sua marca de maior Carnaval da capital.

Passadas algumas décadas, esta realidade se modificou e esses grandes clubes chegaram à falência por várias motivações – substituição dos mesmos por outras atrações – e o baile de carnaval foi para o passado.

Em Maceió até banho de mar à fantasia foi extinto. Extinto pelas razões óbvias do abandono ao meio ambiente – praias improprias para banho – e pelas novas versões de se comemorar a festa do Momo. Casas de praias, viagens para os pontos mais fortes da folia, Salvador, Recife/Olinda, e a maioria das cidades ficando vazias.

Nos circuitos do Carnaval a festa de Momo transformou-se em um grande negócio. Um meganegócio. Casos específicos de Salvador e Recife/Olinda que lucram verdadeiras fortunas com o evento carnavalesco. 

O modismo faz transformar tradições como foram os famosos bailes da Philarmônica e do Penedo Tênis Club em Penedo, bem como as manifestações populares dos clubes de bairro. Era a expressão ímpar das comunidades que formam as cidades, hoje divididas, para não dizer e escrever rebaixadas, ao que determina o modismo atual.

Uma pena a perda da tradição dos bons carnavais em Penedo.


 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: carnaval: antes um bom negócio nos clubes - hoje meganegócio pontuais.

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