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02.01.2018 - 14:04   por Por Raul Rodrigues

Como pensar em turismo em Penedo se as fontes ainda são ignoradas?

Da área pedagógica já realizei aulas do porte do citado no artigo e deu muito certo. 150 alunos permanecendo em Penedo da sexta-feira ao domingo em Penedo.

Catamarã pode servir de apoio para a aula

O turismo como fonte de renda em Penedo ainda está a engatinhar por conta das frágeis possibilidades do se iniciar a indústria sem chaminé na região.

Imaginamos o turismo em três categorias:

A histórica, cujo público alvo é a população adulta e da terceira idade cuja cultura absorve melhor nosso acervo caleidoscópico e arquitetônico enche aos olhos dos visitantes, em cujas classes reúnem o contexto socioeconômico para o desenvolvimento duradouro.

A pedagógica explorando as áreas das ciências, Física, Química e Biologia, em viagem pelas águas do rio São Francisco percorrendo Santana do São Francisco com sua indústria do artesanato de barro, cujas tocas de calor e pinturas, além do manuseio pelas mãos dão formas aos objetos. Física e Química em ebulição. E descida até a foz com aulas de Composição de Movimentos, Refração e suas nuances na Física, e na Biologia os tipos de Biomas existentes – Flora e Fauna – em todo percurso. E Geografia por meio da formação dos diversos exemplos a chegada à foz. Em terra, Penedo, aulas de história e religião diante de tantos marcos históricos nas igrejas e casario.

E a de lazer se explorados passeios nas mesmas águas do Velho Chico com paradas estratégicas em croas ou ilhas para banho em segurança, e apreciar a culinária ribeirinha nos vários pontos já existentes. Bar do Siri, O Carapeba, Canto do Boca entre outros de menor porte.

Outras áreas podem até ser exploradas como a apresentação de folguedos populares, dando maior frequência a bares e restaurantes de Penedo.
 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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