13/11/2017 20:38 por Por Raul Rodrigues

Epitáfio à Gincana Penedense de Pesca de Arremesso

O Governo Municipal não conheceu sequer uma festa de sucesso da citada gincana.

Dizem os mais sábios – aqueles dos tempos que graduação era um sonho distante – e neste raciocínio posso citar Geraldo Lobo, Aurélio, Carlos Hora, Arivaldo Lopes, Jackson Lucena, Waldemar Peixoto, Dezinho Barroso, Zé do Riva, Seu Valdomiro, Dr. Raimundo, que para se fazer algo relevante e destaque o primeiro tempero é o amor à causa.

Depois a predisponência para carregar a causa e neste aspecto, lembramos que os acima citados foram por ordem da sequencia dos nomes visitantes por décadas do Governo do Estado, do Grupo Coringa, da Paisa, dos comércios de Maceió, Aracaju, Recife e Salvador, além do comércio local que complementava o brilho da premiação das vinte primeiras Gincanas de Pesca de Arremesso de Penedo. A premiação era um grande atrativo, muito embora a lembranças dos nomes de referencia do CAPESPE passava pelos ícones da estrutura e dedicação que estes homens denotavam ao ato de realizarem a Gincana Penedense de Pesca de Arremesso. Isto é fato!

Depois de premiação conseguida, a ampla divulgação era fator determinante para a visita de pescadores de todo o Nordeste e até do Rio de Janeiro e São Paulo.

Não desmerecemos aos abnegados atuais mantenedores da festa dos pescadores. Sem eles este epitáfio já estaria de fato na lápide de identificação do túmulo da gincana. Se fui redundante me perdoem.

Após a realização da 46ª Gincana Penedense de Pesca de Arremesso com as vinte e sete insistentes equipes que ainda fazem respirar o corpo do CAPESPE, só podemos descrever que os heróis de hoje – a atual diretoria – merece mais que as críticas pelo desempenho quanto ao número de equipes participantes, pois se alguém tem culpa são eles por não encontrarem mais o folego de irem aos Governos dos Estados de Alagoas e Sergipe, aos comércios das duas capitais dos citados estados, ao Grupo Coringa, e por fim ao comércio local, mesmo ciente de que o ânimo para tais visitas pode até estar decadente, mas mais vale morrer tentando que desistir pelos ventos sopram em sentido contrário.

E se todos disserem NÃO, ainda vale a pena ter ido para em caso de serem questionados terem como respostas os NÃOS dados pelos próprios. 

Talvez tudo tenha se perdido porque quem promovia morreu, e quem patrocinava também morreu.


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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