Penedo antes depois do IPHAN executando

O choque de opiniões proposto pelo IPHAN em Penedo

Todas as obras realizadas pelo IPHAN em Penedo têm deixado rastro de provocações.

06/09/2017 por Por Raul Rodrigues
missa campal na igreja do São Gonçalo dos Homens Pardos

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN – tem produzido em penedo várias brechas em suas decisões a gerar homéricas discussões entre o certo e o errado. Que o diga a população.

Por determinadas decisões tomadas e depois reduzidas a sugestões nas obras executadas o órgão passa pelo crivo do descrédito ante a quem antes foi machucado e aborrecido pelas interdições intempestivas, quando hoje assiste a uma verdadeira degradação provocada com o apoio incondicional do IPHAN ao retirar o calçamento – esse sim secular – da Avenida Floriano Peixoto sob a nova denominação de Largo do São Gonçalo sem uma consulta prévia à população, para aposição de placas de granito, segundo os apoiadores da ideia como sendo algo já feito em áreas também históricas pelo mundo a fora. Isto é o dito pelos defensores da obra e do prefeito.

A colocação de um corrimão metálico na entrada da igreja conventual Nossa Senhora dos Anjos com base também metálica tornando-se dispare do restante de todo o ambiente tricentenário. Mas foi o IPHAN quem autorizou e inclusive contratou os serviços. Quando para o cidadão comum isto já seria o bastante para uma interdição e possível ameaça de prisão.

São estas provocações expostas do IPHAN que vem cavando o descrédito do órgão que perde junto como seu Superintendente a admiração do redator do CPA.

Arquiteto Mário Aloísio já não mais o “homem que fala com as pedras”.


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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