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06.09.2017 - 16:36   por Por Raul Rodrigues

O choque de opiniões proposto pelo IPHAN em Penedo

Todas as obras realizadas pelo IPHAN em Penedo têm deixado rastro de provocações.

missa campal na igreja do São Gonçalo dos Homens Pardos

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN – tem produzido em penedo várias brechas em suas decisões a gerar homéricas discussões entre o certo e o errado. Que o diga a população.

Por determinadas decisões tomadas e depois reduzidas a sugestões nas obras executadas o órgão passa pelo crivo do descrédito ante a quem antes foi machucado e aborrecido pelas interdições intempestivas, quando hoje assiste a uma verdadeira degradação provocada com o apoio incondicional do IPHAN ao retirar o calçamento – esse sim secular – da Avenida Floriano Peixoto sob a nova denominação de Largo do São Gonçalo sem uma consulta prévia à população, para aposição de placas de granito, segundo os apoiadores da ideia como sendo algo já feito em áreas também históricas pelo mundo a fora. Isto é o dito pelos defensores da obra e do prefeito.

A colocação de um corrimão metálico na entrada da igreja conventual Nossa Senhora dos Anjos com base também metálica tornando-se dispare do restante de todo o ambiente tricentenário. Mas foi o IPHAN quem autorizou e inclusive contratou os serviços. Quando para o cidadão comum isto já seria o bastante para uma interdição e possível ameaça de prisão.

São estas provocações expostas do IPHAN que vem cavando o descrédito do órgão que perde junto como seu Superintendente a admiração do redator do CPA.

Arquiteto Mário Aloísio já não mais o “homem que fala com as pedras”.


Fonte: correiodopovo-al.com.br

Tags: o choque de opiniões proposto pelo iphan em penedo

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